
Entenda o que é o quiet ambition comportamento dos jovens da geração z no trabalho
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Após o “quiet quitting”, movimento de demissão silenciosa, uma nova tendência surge no horizonte profissional: o “quiet ambition” ou ambição silenciosa. Liderado pela geração Z, esse fenômeno indica uma mudança na percepção do crescimento profissional e sinaliza desafios para as organizações. Neste artigo, exploraremos o conceito, sua origem e como essa quietude pode afetar o futuro das empresas.
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O significado de “crescer na empresa” está passando por uma redefinição, especialmente entre os jovens que agora buscam uma carreira alinhada aos seus propósitos de vida. A ascensão da hashtag #quietambition, com 281,7 mil visualizações no TikTok, reflete esse desinteresse crescente dos trabalhadores jovens em cargos de liderança tradicionais e estruturas de carreira lineares.
Liderado pelos millennials e pela geração Z, o quiet ambition é um reflexo da ascensão de novas abordagens ao sucesso profissional. O termo surgiu após a pandemia, com profissionais reavaliando suas trajetórias e questionando a lógica de assumir grandes responsabilidades em troca de remunerações mais altas, sem realização pessoal. O movimento busca um equilíbrio entre carreira e qualidade de vida.


Pesquisas indicam que a maioria dos profissionais norte-americanos prefere funções técnicas a cargos de gestão, optando por ter mais tempo livre para atividades fora do trabalho. Apenas 4% veem a promoção ao alto escalão como um objetivo importante, enquanto 67% priorizam passar tempo com a família e amigos, 64% destacam a saúde física e mental e 58% desejam viajar.
A consultora de carreiras e psicóloga Luciane Linden destaca que o quiet ambition é uma resposta às mudanças no mercado de trabalho, ampliado pela ascensão do trabalho remoto após a pandemia. Profissionais agora têm mais flexibilidade e escolhas, podendo transitar entre carreiras de forma mais horizontal, buscando um equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Pesquisas mostram que a geração Z adere amplamente ao quiet ambition devido a uma preocupação crescente com questões sociais, ambientais e a priorização da saúde e bem-estar. O aumento de 25% na prevalência de ansiedade e depressão pós-pandemia destaca a importância dada à saúde mental.
Apesar da não generalização desse movimento, especialistas alertam que a falta de interesse em posições de liderança representa um risco para as empresas. A sucessão torna-se um desafio, e as organizações devem ficar atentas a esse descompasso entre as expectativas das novas gerações e a estrutura tradicional das empresas.
Ana Cecília Petersen, do PUC Carreiras, sugere medidas para as organizações enfrentarem o quiet ambition:
O quiet ambition está redefinindo o cenário profissional, desafiando as normas tradicionais de crescimento nas empresas.
As organizações precisam se adaptar a essa nova realidade, promovendo uma cultura mais dinâmica, ouvindo ativamente seus colaboradores e agindo com rapidez diante das mudanças. O futuro da liderança pode ser silencioso, mas não deve ser ignorado.
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