
Como todo bom brasileiro, saber a previsão do Carnaval 2023 é essencial para poder curtir com os amigos a folia. Nesse sentido, depois de alguns dias de sol incansável que passaram ao longo do mês de janeiro e de fevereiro até então, ao que tudo indica, a previsão do tempo para o Carnaval está indicando […]
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Como todo bom brasileiro, saber a previsão do Carnaval 2023 é essencial para poder curtir com os amigos a folia. Nesse sentido, depois de alguns dias de sol incansável que passaram ao longo do mês de janeiro e de fevereiro até então, ao que tudo indica, a previsão do tempo para o Carnaval está indicando ondas de calor com picos de chuva, pelo menos no que se refere a maior parte do Brasil.
No entanto, embora a previsão de venda seja boa, é preciso ficar atento. Geralmente, quando vivenciamos altas temperaturas, as chances de previsão de chuva aumentam significativamente pelo ciclo hidrológico. Portanto, é preciso ter muito cuidado.
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Em suma, o norte do Brasil enfrentará a influência de uma Zona de Convergência Intertropical. Esse fenômeno faz com que as águas evaporem mais rápido. Dessa maneira, existe chances de chuva no Amazonas, Amapá e Pará. No Acre, Roraima e Tocantins terão dias com sol com leves pancadas de chuva.
Já no Ceará, maranhão, a previsão é de chuva forte após o Carnaval. No que se refere a região Centro-Oeste, essa também deve registrar chuvas, mesmo estando com temperaturas altas. No que tange ao leste e centro do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e até mesmo o oeste de Mato Grosso, existe chance de as temperaturas serem elevadas e de chuva generalizada.
Em síntese, São Paulo e o sul de Minas Gerais devem se preparar para um clima de pancadas fortes de chuva e abafado depois do dia 17. No Rio de Janeiro, as chuvas devem ser passageiras, garantindo o clima de Carnaval para os cariocas. Em Espírito Santo e Belo Horizonte, o clima deve ser de sol e calor. No Sul, a probabilidade de chuva é grande tanto no Paraná, Santa Catarina quanto no Rio Grande do Sul. No entanto, o sol deve brilhar também por alguns instantes.
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É inegável a rapidez com que as coisas mudam. Em questão de meses, o Covid-19 vem transformando a maneira como nós vemos nossos “locais de trabalho”. Eu, particularmente deixei de pensar no meu local de trabalho como um escritório em algum prédio desde que deixei de trabalhar com carteira assinada para ser meu próprio chefe. […]
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É inegável a rapidez com que as coisas mudam. Em questão de meses, o Covid-19 vem transformando a maneira como nós vemos nossos “locais de trabalho”. Eu, particularmente deixei de pensar no meu local de trabalho como um escritório em algum prédio desde que deixei de trabalhar com carteira assinada para ser meu próprio chefe. Mas, para muitas pessoas, essa mesma mudança está vindo muito mais radicalmente.
Nos EUA, o CDC (Centro de Prevenção e Controle de Doenças) emitiu recentemente diretrizes restritivas de ocupação; empresas como Twitter e Shopify sugeriram que seus funcionários podem trabalhar remotamente para sempre; Nova York está reabrindo, mas apenas 10 a 15% dos funcionários de escritório realmente retornaram.
É difícil não acreditar que os escritórios como nós conhecemos podem estar à beira de uma extinção. Seriam os escritórios as novas “máquinas de escrever”? Nesse artigo, nós trazemos 5 previsões de como serão os locais de trabalho no futuro, de acordo com o site Inc.com.
Após a pandemia, haverá aproximadamente a mesma demanda por espaço para escritório. Na pesquisa US Work From Home (WFH) da empresa de arquitetura Gensler, feita com 2.300 trabalhadores em 10 setores, apenas 12% disseram que não queriam voltar a um escritório. Eric Yuan, CEO da Zoom, diz que “em termos de tecnologia, não estamos prontos para trabalhar em casa” e que pode levar “15 a 20 anos” para que o produto e a infraestrutura ofereçam suporte total ao WFH (Work From Home – Trabalho de Casa). As organizações podem sobreviver remotamente por enquanto, mas a interação pessoal é fundamental para o desenvolvimento profissional, cultura e qualificação. Embora o trabalho remoto aumente significativamente, seu impacto provavelmente será totalmente compensado pelo crescimento do emprego e pela reversão da densificação (que viu empresas sediadas nos EUA colocarem 13% mais funcionários na mesma quantidade de espaço).
Por outro lado, uma pesquisa feita aqui no Brasil, aponta que para quase 25% dos trabalhadores, o trabalho remoto é viável. Mas claro, isso não significa que seria majoritariamente adotado pelas pessoas.
No futuro, os funcionários exercerão uma influência ainda maior nas decisões de local de trabalho. Historicamente, a escolha do local de trabalho foi sempre uma decisão tomada de cima pra baixo. Quem decidiu sempre foi a gerência. A guerra das grandes corporações por talentos tem mudado isso pouco a pouco, se olharmos para o boom do Vale do silício e os ambientes corporativos que tem surgido desde então, as empresas estão cada vez mais investindo em comodidades para atrair as novas gerações. As escolhas de salas comerciais serão cada vez mais voltadas para o que os funcionários desejam: flexibilidade, viagens reduzidas, saúde e bem-estar e outras comodidades. A pandemia apenas acelerará essa tendência, já que os funcionários exigem cada vez mais do escritório para melhorar a dinâmica de trabalho, mesmo à distância.
As empresas se descentralizarão fisicamente. Não significa que as grandes metrópoles serão substituídas, mas os mercados suburbanos e localizados provavelmente ganharão terreno à medida que a pandemia, o custo de vida mais alto, a agitação social e as finanças municipais forçadas conspirarem para prolongar as recuperações urbanas.
Megacidades como São Paulo, ou Nova York se dividirão em comunidades pequenas e independentes, em vez de um único mega-centro comercial. Da mesma forma, mais empresas fornecerão vários locais para alcançar as comunidades residenciais dos funcionários, pelo menos nas grandes metrópoles.
Edifícios comerciais envelhecidos serão substituídos por novas construções. Numa pesquisa feita pelo escritório de advocacia Morrison & Foerster sobre qual setor imobiliário provavelmente teria pior desempenho, escritórios de Classe B e C receberam mais que o dobro das respostas que escritórios de Classe A. Edifícios recém construídos têm uma grande vantagem, principalmente durante problemas como uma pandemia. A maioria conta com infraestrutura modernizada; geralmente têm orçamentos operacionais mais altos, o que pode absorver custos de limpeza aprimorados; e proprietários profissionais podem rapidamente fazer os investimentos necessários. Novas construções têm outras vantagens, como eficiência de ocupação, coisa que o distanciamento social tornou mais valiosa do que nunca. Por exemplo, os prédios que possuem apenas um elevador ainda podem ser ótimos e compatíveis com as necessidades das empresas, mas do dia pra noite se tornaram inadequados para manter os funcionários seguros. Essa inevitável aceleração da obsolescência funcional impulsionará o mercado de classe A.
Os prédios de escritórios estão há muito tempo em uma mudança de paradigma, das instalações de processamento computacional para lugares inspiradores que promovem a criatividade e a inovação. Na nossa economia de serviços do século XXI, a criatividade é a nova produtividade; ainda discutimos inovações e fazemos brainstorm em quadros-brancos, criamos conexões importantes nos corredores (famoso networking) e ideias conflitantes são resolvidas com uma reunião rápida em uma salinha de reuniões. Aspectos físicos tradicionais do espaço de trabalho não poderão ser abandonados pela maioria dos trabalhadores na maioria dos escritórios. A saúde mental já vem sendo anunciada como “nossa próxima pandemia” ou a “doença do século” e o impacto do Covid-19 sobre ela foi bastante perceptível. Escritórios bem projetados podem ajudar a neutralizar esses efeitos: a luz natural e movimentação são saudáveis e podem aumentar a inspiração. Estar junto facilita fazer parte de algo maior, fornece estrutura e equilíbrio na vida dos indivíduos e reduz o isolamento. Da mesma forma que as marcas mantêm uma presença online bem forte, elas comunicam seus valores em forma física através dos espaços físicos que ocupam.
É claro que o Coronavirus acelerou um processo que poderia demorar décadas. Mas que processo exatamente é esse? Eu percebo que as pessoas tentam sempre se agarrar a uma nova ideia que vai resolver todos os problemas da noite pro dia. Isso é normal, mas eu diria que o processo que está acelerando é o de as coisas virem à tona. Quanto mais tempo permanecemos em quarentena, mais percebemos a importância das relações saudáveis nos escritórios e de uma boa saúde mental. Percebemos também que nem tudo precisa ser complexo demais que precise ser resolvido com uma reunião presencial, mas também a falta que faz ter um ambiente físico em que ideias são discutidas, e podem se aproveitar dos 5 sentidos de todos envolvidos.
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