
Queimadas na Amazônia faz pessoas usarem máscaras
O post QUEIMADAS DA AMAZÔNIA: Respirando Sob as Máscaras da Pandemia, População Enfrenta Poluição Recorde em 2023 apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
O ar espesso e carregado das queimadas que assolam a Amazônia transformou a rotina dos moradores de Manaus e outras cidades amazônicas em um desafio diário para a saúde respiratória. Recentemente, a capital do Amazonas registrou níveis de qualidade do ar tão ruins que muitos estão recorrendo às máscaras faciais, resgatando aquelas que foram utilizadas durante o auge da pandemia de Covid-19.
Nos últimos dias, Manaus enfrentou uma sequência alarmante de cinco dias consecutivos com qualidade do ar classificada como muito ruim ou péssima. A situação é tão extrema que mesmo as máscaras, símbolo da batalha contra a pandemia, muitas vezes não são suficientes para filtrar a alta concentração de poluentes presentes no ar manauara.
Talvez você goste de ler:
The Last Of Us: como surgiu a pandemia?
O problema é exacerbado pela baixa umidade, resultado da estiagem histórica que castiga a região amazônica nos últimos meses. A atmosfera se torna ainda mais pesada, e até mesmo uma máscara facial se torna insuficiente para proporcionar um respiro aliviado em meio à poluição atmosférica.

A situação atingiu um ápice de preocupação no último domingo (5/11), quando Manaus testemunhou uma tempestade de areia incomum. Ventos fortes levantaram a poeira seca, intensificando ainda mais a poluição atmosférica e agravando a situação já precária.
A crise das queimadas desencadeou uma troca de acusações entre autoridades dos estados do Amazonas e Pará. Imagens de satélite apontam que grande parte da fumaça que cobre Manaus provém de incêndios na porção paraense da Amazônia. As autoridades amazonenses acusam o Pará de negligência, enquanto as paraenses afirmam não haver confirmação de que a fumaça tenha origem em seu território.
Em meio às acusações, a discussão crucial deve ser sobre como conter o avanço das queimadas e identificar os responsáveis por esse desastre ambiental. O desmatamento contínuo agrava a vulnerabilidade da Amazônia aos impactos das mudanças climáticas, como evidenciado pelos efeitos devastadores do El Niño e o colapso ambiental iminente que ameaça empurrar o planeta para além dos pontos de inflexão climáticos.
Enquanto a poluição paira sobre Manaus, o Amazonas e o Pará devem unir esforços não apenas para debater as causas, mas para agir de maneira eficaz na contenção, punição dos responsáveis e recuperação das áreas danificadas.
A situação crítica na Amazônia exige mais do que discussões. Requer ações imediatas para preservar não apenas a floresta, mas a saúde e qualidade de vida da população amazônida. Enquanto as máscaras da pandemia são “ressuscitadas” para enfrentar a fumaça, a necessidade urgente é de um comprometimento global para conter as chamas que ameaçam o coração do nosso planeta.
Então, o que você achou desse conteúdo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no e nossas redes Instagram, Facebook e Spotify.
O post QUEIMADAS DA AMAZÔNIA: Respirando Sob as Máscaras da Pandemia, População Enfrenta Poluição Recorde em 2023 apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia. […]
O post Falamos com Nicolas Bigot, fotógrafo autor do ensaio “Oceanos à Deriva” apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia.
Se você ainda não viu, corre lá pra ver esse ensaio maravilhoso: Oceanos à Deriva/Oceans Adrift

Nicolas é francês, sua profissão principal é UX/UI Designer.
Por fim, fique aqui com as palavras que trocamos com Niko:
Realmente não sei como poderíamos fazer algo. Parece que existe consciência há vários anos … mas não para todos. Como eu disse acima, muitas pessoas não se importam totalmente com a poluição e o meio ambiente, na verdade, até mesmo eles dizem o contrário. Eles são hipócritas. Não sei se a raça humana realmente mudará, às vezes sou pessimista. Quando ando à beira-mar, sempre tenho um saco para colocar o lixo que encontro. Enquanto eu tiver que fazer isso, o futuro não está salvo … Desculpe, isso não é exatamente uma resposta, mas é como eu tenho pensado.
As pessoas não mudam, então, infelizmente, os governos têm que criar cada vez mais regras e punições. As pessoas não gostam disso, é claro, mas parece que é o único jeito por enquanto. Enquanto as pessoas não entenderem por conta própria, não existem soluções globais. O mais frustrante é que não é difícil prestar atenção na vida cotidiana … pelo menos em uma pequena parte do problema. Há também nosso estilo de vida consumista, indústria e todas as outras fontes de poluição … começa a se mover, mas é muito lento!
Se você curtiu o Niko e suas fotos, não esqueça de segui-lo no Instagram, e veja outros projetos fotográficos: @nikophotographisme
O post Falamos com Nicolas Bigot, fotógrafo autor do ensaio “Oceanos à Deriva” apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
A poluição dos Oceanos já é um problema velho, e está longe de ser resolvido. De acordo com um artigo do The Weather Network, a quantidade de plástico despejada nos oceanos vai triplicar até 2040. Como se não bastasse, estamos em momentos onde governos autoritários desmerecem qualquer tentativa de amenizar o impacto humano no nosso […]
O post Oceanos à Deriva: Ensaio fotográfico faz crítica irônica sobre a poluição dos oceanos apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>
A poluição dos Oceanos já é um problema velho, e está longe de ser resolvido. De acordo com um artigo do The Weather Network, a quantidade de plástico despejada nos oceanos vai triplicar até 2040. Como se não bastasse, estamos em momentos onde governos autoritários desmerecem qualquer tentativa de amenizar o impacto humano no nosso planeta. Além disso, é normal algumas autoridades irem contra dados de órgãos confiáveis que alertam sobre os índices de poluição, desmatamento e aquecimento global.
O que não falta são tentativas de abrir os olhos das pessoas comuns, afinal, são essas que podem fazer uma grande diferença. Tanto se conscientizando, quanto elegendo políticos que tenham o real vislumbre do que nos espera no futuro próximo caso não façamos nada. E essas tentativas não precisam partir apenas de pessoas diretamente em contato com esses problemas, os artistas tem um importante papel na difusão desse tipo de ideia.
É isso que vi acontecer ao me deparar com o trabalho do fotógrafo francês cujo instagram é intitulado Niko Photographisme. Ele resolveu fazer críticas irônicas sobre a poluição dos oceanos utilizando manipulações de fotografias e um toque de humor. Em um ensaio genial, Niko escancara problemas que são rotineiramente invisíveis nas redes sociais. Principalmente quando falamos em fotos no Instagram, por exemplo, que se enquadram no “pacote básico” do lifestyle das redes sociais: Pessoas fazendo exercícios e praticando esportes em paisagens maravilhosas.
Niko coloca aí um outro detalhe no mínimo interessante, confira as fotos:









Recentemente, a equipe do Seja Criativo conversou com o Niko, para ver a entrevista, acesse esse link.
Para ver mais trabalhos do Niko, confere o instagram dele: @nikophotographisme
Fonte: Behance
Você pode gostar também de: Google cria capa de celular feita de garrafas de plástico
O post Oceanos à Deriva: Ensaio fotográfico faz crítica irônica sobre a poluição dos oceanos apareceu primeiro em Seja Criativo.
]]>