
Os últimos meses estão sendo de muito aprendizado sobre autoconhecimento, adaptação, consumo digital e mais consciente. Desta forma, e levando em consideração tudo que estamos vivendo, novas tendências de consumo digital e consumo mais consciente começam a dar sinais. Mas, precisamos ficar atentos O momento atual, vem acompanhado de muitas mudanças, adaptações e novos planos. […]
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Os últimos meses estão sendo de muito aprendizado sobre autoconhecimento, adaptação, consumo digital e mais consciente. Desta forma, e levando em consideração tudo que estamos vivendo, novas tendências de consumo digital e consumo mais consciente começam a dar sinais. Mas, precisamos ficar atentos
O momento atual, vem acompanhado de muitas mudanças, adaptações e novos planos. Não é novidade que as nossas vidas ficaram mais digitalizadas e que o consumo digital cresceu desenfreadamente. Entretanto, vemos um movimento de pessoas que começam a pensar muito em qualidade e menos em quantidade.

Sem poder sair de casa, passamos a fazer home office, compras online de supermercado (quem antes havia comprado desta forma?), intensificamos as compras online de tudo que possa imaginar. O comércio precisou se digitalizar e nós, bom, nós aprendemos e passamos a aceitar que muita coisa já poderia ser feita online antes, mas ainda insistíamos em fazer presencial.
O Trabalho, ganhou novos formatos. As reuniões passam a ser vídeo chamadas. Quebramos a barreira do preconceito com o EAD. Mudamos a rotina, nos adaptamos e readaptados. Já vivíamos na internet, agora, aumentamos a nossa capacidade de ficar na frente da tela.
Basicamente, um consumo mais consciente é um consumo responsável, onde é feita a aquisição de produtos com procedência, com maior qualidade e menor quantidade. Atualmente, quando falamos consumo mais consciente, muita gente associa a uma ecobag. Mas, o consumo consciente que falamos não é uma ecobag. É pensar mais o que e como consumir.
Visto tudo isso, entendemos que o consumidor está buscando por empresas com propósito, ou seja, que entenderam qual é o seu papel na sociedade e sabem exatamente como agir. No brasil vemos a Natura como uma empresa com muito propósito. Que sabe exatamente quem é o seu público, como a marca pode auxiliar e, a partir disso, começa a criar ações.
Por fim, o consumidor digital e consciente busca muita rapidez e agilidade das empresas nas quais estão dispostos a investirem seu dinheiro, além, claro, buscarem produtos com muito mais qualidade.
Será que essa é uma tendência que vem pra ficar?
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Fonte: Live BOX1828
Foto Destacada: freepik.com
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Antes mesmo da quarentena, a internet já tinha virado “um tribunal de julgamentos”, mas, com a chegada da pandemia, tudo isso se intensificou e o cancelamento digital ganhou muita força. Contudo, precisamos ter muito cuidado com este assunto, afinal, não sabemos as proporções que isso pode causar na vida das pessoas. Cancelamento digital nada mais […]
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Antes mesmo da quarentena, a internet já tinha virado “um tribunal de julgamentos”, mas, com a chegada da pandemia, tudo isso se intensificou e o cancelamento digital ganhou muita força. Contudo, precisamos ter muito cuidado com este assunto, afinal, não sabemos as proporções que isso pode causar na vida das pessoas.
Em uma era em que todos tem opiniões e podem verbalizar isso na internet, o cancelamento digital se torna uma espécie de julgamento do consumidor, fã ou simpatizante sobre o que é certo ou errado. Logo, se uma pessoa pública ou empresa se envolver em algum assunto que for entendido como “errado”, os cancelamentos começam.

Pessoas públicas são os principais alvos dos cancelamentos, mas, a verdade é que no final das contas, ninguém escapa disso.
Como é o caso da cantora Taylor Swift, na Netflix você encontra o documentário Miss American que conta um pouco da carreira dela e de como as redes sociais se mobilizam para falar mal e “cancelar” sua existência como pessoa pública. O caso dela tomou uma proporção tão grande que a artista precisou ficar off por um tempo. Por isso, pense bem antes de apertar o enter para cancelar, criticar ou julgar. Você não tem ideia da proporção que isso pode tomar e dos estragos que pode causar na vida da outra pessoa.
Se sim, fale. Se não, guarde para você. Um exemplo prático disso é: uma pessoa a sua frente tem feijão no dente, se você avisar, ela irá limpar e estará resolvido em menos de 5 minutos. Mas agora, se for apenas uma crítica que não mudará em nada (a não ser deixar a pessoa abalada, não fale).
Quando um artista, influencer, empresa ou qualquer pessoa faz algo que não vem ao encontro de nossos propósitos, podemos simplesmente deixar de seguir e acompanhar a vida. É bem mais simples do que parece. Sem ser negligente, é claro que existem casos que precisam de mais atenção, mas quem somos nós para fazer isso?
Por fim, torna-se essencial entender o nosso papel na sociedade. Estamos vivendo ou apenas existindo para consumir conteúdo no Instagram e julgar as pessoas públicas? O que você vem fazendo para que essa não seja a sua realidade?
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Fonte: https://www.consumidormoderno.com.br/
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