
Vale a pena assinar o Amazon Music? Essa é uma pergunta comum entre usuários de assistentes virtuais como a Alexa. A resposta para essa pergunta é que depende do seu perfil de usuário e das suas necessidades. Além disso, o preço do Amazon Music em comparação com outros serviços de streaming de música também é […]
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Vale a pena assinar o Amazon Music? Essa é uma pergunta comum entre usuários de assistentes virtuais como a Alexa. A resposta para essa pergunta é que depende do seu perfil de usuário e das suas necessidades. Além disso, o preço do Amazon Music em comparação com outros serviços de streaming de música também é um ponto a considerar.
Com a popularização dos assistentes virtuais como a Alexa, muitos usuários se perguntam se vale a pena assinar serviços de streaming de música como o Amazon Music. A resposta curta é: depende.
Se você já tem a Alexa em casa e utiliza frequentemente para ouvir música, pode ser interessante assinar o Amazon Music. O serviço oferece uma grande biblioteca de músicas, playlists personalizadas e ainda permite a criação de suas próprias playlists.
Além disso, o Amazon Music é integrado com a Alexa, o que significa que você pode pedir para a assistente virtual tocar suas músicas favoritas com facilidade.
Outro ponto positivo é que o Amazon Music é mais acessível em relação a outros serviços de streaming de música, como o Spotify ou o Apple Music. O plano individual do Amazon Music é cerca de 30% mais barato do que o plano individual do Spotify, por exemplo.
No entanto, se você já tem uma assinatura em outro serviço de streaming de música e está satisfeito com ele, talvez não seja necessário mudar para o Amazon Music.
É importante considerar também que o Amazon Music ainda tem algumas limitações em relação a outros serviços, como a falta de podcasts e a disponibilidade limitada de músicas de artistas independentes.
Uma das vantagens do Amazon Music em relação a outros serviços de streaming de música é o preço acessível. Hoje, o preço é de R$16,90 (data de 04.04.23 – lembrando que pode sofrer ajustes).
É importante lembrar que o preço pode variar dependendo do plano escolhido e da região em que você mora, mas em geral, o Amazon Music é uma opção econômica para quem procura um serviço de streaming de música de qualidade.
Em resumo, se você já tem a Alexa em casa e utiliza frequentemente para ouvir música, o Amazon Music pode ser uma boa opção. Mas se você já está satisfeito com outro serviço de streaming de música, talvez não seja necessário mudar. De qualquer forma, vale a pena experimentar o Amazon Music, já que ele oferece um período de teste gratuito de 30 dias e pode ser uma alternativa interessante para quem procura por um serviço mais acessível.
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Ao que indica, segundo uma reportagem realizada pelo site Protocol, a Netflix está buscando profissionais para entrar em um novo ramo de entretenimento. De acordo com as informações levantadas pela reportagem, uma lista de vagas de emprego da Netflix está buscando profissionais especializados em área que tendem a uma expansão de negócios. Talvez você goste […]
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Ao que indica, segundo uma reportagem realizada pelo site Protocol, a Netflix está buscando profissionais para entrar em um novo ramo de entretenimento.
De acordo com as informações levantadas pela reportagem, uma lista de vagas de emprego da Netflix está buscando profissionais especializados em área que tendem a uma expansão de negócios.
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Entre as vagas estão: gerente de produto de segurança com ênfase na experiência em desafios de jogos em nuvem, engenheiro de renderização que dará suporte ao serviço de jogos em nuvem e profissionais com experiência em desenvolvimento de jogos para plataformas com a seguinte chamada “em estágio inicial ou inacabadas”.
Desta forma, é plausível presumir que a Netflix realmente esteja buscando investimento em outra área.
De toda maneira, o possível investimento da empresa com jogos em nuvem é algo realmente plausível, considerando a experiência sem um data center físico desde 2016, onde desenvolveu nos últimos anos seu próprio Open Connect.
Segundo as informações, a nova plataforma pode ser produzida com base no serviço já prestado pela Netflix, onde as vagas prometem elevar o Open Connect a um outro nível, apresentando as intenções da empresa de fornecer entretenimento que exija tecnologia de transporte de rende em tempo real e ultra baixa latência.
Com relação ao mercado de jogos, a empresa de streaming busca se manter longe das notícias, contudo desde o final de 2021 vem sendo disponibilizado alguns títulos na aba Netflix Games no aplicativo da versão mobile, estes títulos são jogos inspirados em títulos famosos como “O Gambito da Rainha”, “Stranger Thins” e “La casa de papel”.
Uma análise pode indicar que a empresa está fazendo testes com seu público, averiguando o funcionamento dos projetos e buscando inovações, considerando que menos de 1% dos assinantes fazendo uso dessa ferramenta.
É importante lembrar que o mercado de jogos em nuvem tem crescido significativamente ao longo dos últimos anos, parte disso dispões que os usuários não precisam possuir um console ou hardware mais aprimorado para fazer uso das ferramentas. Segundo estimativas de mercado a previsão é que em 2030 o mercado de jogos em nuvem alcance cerca de US$ 20,94 bilhões de dólares.
Questionada sobre o novo projeto, a Netflix respondeu que sempre busca grandes talentos para ingressar em suas equipes, buscando explorar novas oportunidades e produtos para melhor atender seus assinantes, contudo “não temos mais anda para compartilhar neste momento”, concluiu a notada empresa.
Com bases nessas informações nos restas esperar quais anúncios o futuro da Netflix reserva, as maneiras como os assinantes podem usufruir do serviço de streaming e dos jogos em nuvem. Certamente dentro de mais alguns anos uma nova plataforma de games pode fazer parte do consumo de milhões de pessoas pelo mundo todo.
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A Netflix anunciou mais uma edição do TUDUM, um evento brasileiro e online, que cobre séries, filmes e todos os programas originais da Netflix de cultura pop para fãs do mundo inteiro e é apresentado pela Maisa Silva. O festival promete revelar mais de 120 lançamentos do streaming e promover um grande encontro dos fãs […]
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A Netflix anunciou mais uma edição do TUDUM, um evento brasileiro e online, que cobre séries, filmes e todos os programas originais da Netflix de cultura pop para fãs do mundo inteiro e é apresentado pela Maisa Silva. O festival promete revelar mais de 120 lançamentos do streaming e promover um grande encontro dos fãs com os artistas exclusivos da marca.

O evento teve sua primeira edição em janeiro de 2020, que foi realizada de forma presencial. Ele aconteceu no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, reuniu mais de 50.000 pessoas e teve nomes como Noah Centineo, Lana Condor, Larissa Manuela e Jottapê e ainda teve shows de Kevin O Cris, Tropkillaz, Projota, entre outros.
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Foram várias atrações para os fãs e tiveram cenários de algumas séries como Sintonis, Stranger Thingse Sex Education. A segunda edição aconteceu em novembro de 2022 e essa aconteceu de forma online, pois estava no meio da pandemia de Covid-19, mas isso não atrapalhou em nada o brilho do festival.
Grandes nomes da Netflix também participaram como Lucas Bravo, Leah Lewis, Joel Courtney e Ashley Park, com shows de Pablo Vittar, Emicida e Marília Mendonça.
Nessa edição a Netflix fez um almanaque, que teve versões física e digital. Na edição física, foram distribuídos 100 mil exemplares, com jogos, histórias e quis das séries e filmes originais da marca.
Confira o evento completo aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=UchkvQ5slek
Com o grande sucesso o evento ganho uma terceira edição que ocorreu em setembro de 2021. Essa edição foi baseada de “Tudum: Um Evento Mundial Para Fãs”, pois foi a primeira vez que a Netflix abriu o evento para todo o mundo, ao contrário das edições anteriores que tinham foco apenas no Brasil.
Essa edição teve as participações de Dwayne Johnson, Bruna Marquezine, Neil Gaiman, Eun Ji-won, Gatan Matarazzo, Leo Suter, Chris Hemsworth, Manu Gavassi, Jennifer Lawrence, Adam Sandler, Elliot Page, Jannifer Aniston e muitos outros. Foi considerada, até hoje, a maior edição online do vento, que foi transmitido no Twitch, Facebook e Youtube.
A quarta edição já é muito aguardada pelos fãs de todo mundo. Como nas edições no ano anterior, espera-se um mais um grande sucesso da marca.
A Netflix optou por permanecer com o evento online, mesmo as restrições em função da pandemia de Covid-19 já terem acabado. Segundo ela, com o evento online a abrangência para os fãs espalhados pelo mundo é muito maior.
O festival irá acontecer entre os dias 23 à 25 de setembro e terá lançamentos da Coreia do Sul, Europa, EUA, Índia, América Latida, incluindo já o Brasil e Japão.
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Em primeiro lugar, Ted Sarandos, co-CEO da maior plataforma de entretenimento, a Netflix, atualizou os consumidores do streaming que o plano “mais barato” que a empresa pretende implementar, deve ser disponibilizado no início de 2023. Antes de mais nada, a assinatura “mais barata” da Netflix além de possuir anúncios, não disponibilizará todo o catálogo. De […]
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Em primeiro lugar, Ted Sarandos, co-CEO da maior plataforma de entretenimento, a Netflix, atualizou os consumidores do streaming que o plano “mais barato” que a empresa pretende implementar, deve ser disponibilizado no início de 2023. Antes de mais nada, a assinatura “mais barata” da Netflix além de possuir anúncios, não disponibilizará todo o catálogo.
De antemão, o CEO também afirma que a modalidade provavelmente não oferecerá acesso completo ao catálogo, que atualmente possui cerca de 100 mil títulos. Saiba mais!
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Golpe de assinaturas gratuitas nas plataformas de streaming
Primordialmente, a notícia surgiu em uma conversa exclusiva com a revista hollywoodiana de entretenimento, Deadline. Sobretudo, Sarandos já havia oficializado os boatos que a gigante do streaming iria oferecer uma assinatura mais acessível, mediante a divulgação de anúncios dentro da plataforma, durante o Cannes Lions Festival of Creativity 2022, evento que premia produções das mais variadas.
Antes de tudo, o CEO revelou estar com dificuldades de fechar acordos com os estúdios e que isso dificulta a liberação completa do catálogo. Do mesmo modo, a “grande maioria” dos títulos estarão presentes no plano com anúncios.

Todavia, ainda não tem uma data definida e nem o valor que será cobrado. Portanto, estima-se algo abaixo do plano básico de R$ 25,90.
Mas como vocês sabem, toda essa iniciativa de viabilizar uma assinatura mais “em conta” para os consumidores, não é uma medida de democratizar o acesso à plataforma, e sim uma solução que a empresa encontrou para lidar com os mais de 970 mil usuários que romperam a assinatura nos últimos meses.
Contudo, a medida pretende acelerar o crescimento da receita através de novas adesões, lucrar na divulgação de anúncios e começar a cobrar taxas extras para quem divide o acesso com mais usuários.
Nesse sentido, ironicamente, este último é o que a empresa considera como um dos maiores motivos da perda de usuários – o compartilhamento de senha – e não a crise econômica generalizada com pessoas em situação de sobrevida.
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