
Aprenda em 9 passos a criar nomes (NAMING) para marcas e empresas
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O naming, também conhecido como criação de nomes, é uma disciplina específica do branding que se concentra na elaboração de nomes impactantes, memoráveis e distintos para empresas, produtos ou serviços.
O processo de naming vai além de simplesmente escolher um termo; ele visa criar uma identidade única que ressoe com o público-alvo, transmita a essência da marca e seja legalmente protegível.
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Criar um nome para uma empresa é um processo desafiador, mas também emocionante. Ao seguir esses passos e dedicar tempo à reflexão e pesquisa, é possível desenvolver um nome que não apenas represente a marca de maneira autêntica, mas também se destaque em um mercado competitivo.
Lembre-se de procurar especialistas com advogados, publicitários e designer para ajudarem você neste processo de criação de nome.
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Quando conhecemos a marca de um produto ou uma empresa, sempre observamos o nome desse produto ou dessa empresa. Você concorda? Ou seja, o nome é fundamental para estabelecer padrões e clientes. Nesse sentido, um dos elemento da marca que mais fala com o público é o seu próprio nome. Desse modo, a criação desse […]
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Quando conhecemos a marca de um produto ou uma empresa, sempre observamos o nome desse produto ou dessa empresa. Você concorda? Ou seja, o nome é fundamental para estabelecer padrões e clientes. Nesse sentido, um dos elemento da marca que mais fala com o público é o seu próprio nome. Desse modo, a criação desse nome é feita por meio de um processo chamado de “naming”. Em suma, saber como realizar esse processo é fundamental para poder construir o nome de marcas capazes de ficarem na cabeça do público.
Enfim, o business pauta a sua presença no inconsciente das pessoas. Mas o que realmente é o naming? De forma resumida, o naming é um processo que é utilizado para construir o nome de uma marca ou de um produto. Logo, é por esse nome que a marca ou produto serão lembrados. Entre outras palavras, podemos utilizar esse processo para criar o nome de uma empresa ou de um produto, por exemplo.
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O naming, por exemplo, leva em consideração fatores como: nicho, público-alvo, persona, objetivo, valores e linguagem. Além disso, a importância do naming para a marca está pautada na ideia de construir uma personalidade, algo único. Porém, é preciso enfatizar que naming não é sinônimo de identidade visual de uma marca ou de um produto. Muitas pessoas ainda confundem esses conceitos distintos. A identidade visual está ligada diretamente aos elementos que fazem a composição e a apresentação visual da marca, do produto, ou do serviço. Nesses casos, cabem: logo, paleta de cores, tipografia, patterns entre outros.
Nesse sentido, em uma sequência lógica que aborda esses dois conceitos, primeiro deve-se executar o naming. Em seguida, vem a construção da identidade visual da marca. Os conceitos se diferem, porém, complementam-se para a criação de uma marca ou um produto eficiente. Para poder fazer naming é preciso entender que esse processo é composto de diversas etapas, que podem variar conforme o profissional e a empresa que estão envolvidos no processo. No entanto, vale destacar que existem dois processos fundamentais, o briefing com o cliente e a pesquisa. O briefing ajudará a trazer clareza acerca do universo que tange a marca a ser criada, ajudando a entender o cliente. Já a pesquisa auxiliará a construir informações robustas acerca do processo, permitindo a construção de um nome único e memorável.
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Já comentamos aqui que em 2020 surgiram muitas empresas novas no mercado. Por consequência, são muitas marcas novas no mercado. Dentro desse contexto é importante perguntar: você sabe que ter um site ou as redes sociais com o nome da sua empresa não é uma garantia de que esse nome realmente seja seu? Isso mesmo, […]
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Já comentamos aqui que em 2020 surgiram muitas empresas novas no mercado. Por consequência, são muitas marcas novas no mercado. Dentro desse contexto é importante perguntar: você sabe que ter um site ou as redes sociais com o nome da sua empresa não é uma garantia de que esse nome realmente seja seu? Isso mesmo, outra pessoa pode abrir uma outra empresa no mesmo ramo, registrar a marca e pedir para você simplesmente parar de usar esse nome. É por conta disso que hoje queremos que você entenda por que é importante registrar a sua marca.
Primeiramente, vamos deixar claro: ter presença digital é super importante, ainda mais depois de tantos acontecimentos como a pandemia e tudo que ela desencadeou. No entanto, ter um perfil no Instagram ou um site com o nome da sua empresa não garante que você seja o dono dessa marca. Para isso é necessário, realizar o registro da sua marca junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).
Da mesma forma, o CNPJ não é uma prova de que você tem o direito de utilizar a marca. Ou seja, se basear na razão social como garantia de exclusividade de uso de algum nome é algo que simplesmente não existe.
Agora, imagina que você abriu um novo negócio. Fez o planejamento, criação da identidade visual, impressão de materiais, investiu para divulgar seu nome na internet e então descobre que outra pessoa registrou o nome da sua marca no mesmo segmento. Seria muito, mas muito frustrante, não é mesmo? Tanto empenho, tempo e carinho foram por água a baixo. Por que, se alguém já tem o nome registrado pode pedir para que você pare utilizar esse nome. Caso você não o faça, essa pessoa, detentora da marca registrada tem o respaldo da lei para fazer com que você pare de usar o nome e o símbolo que ela já registrou. Ah! e sem falar que nesse caso, obviamente, será impossível você conseguir o registro da sua marca.
Resumindo, apenas o registro da sua marca junto ao INPI garante a exclusividade de utilização da marca. Existem escritórios e advogados que trabalham com foco nisso e que podem te ajudar nessa tarefa. Ainda, é possível fazer o processo sozinho no próprio portal do INPI, mas pode ser um pouco complicado caso você não esteja a par de todos os termos que eles utilizam por lá.
Finalmente, registrar a marca é a única garantia de que você não perderá o direito de utilização dela, bem como garante que ninguém poderá reproduzir sua marca de maneira parcial ou não sem o seu aval. Além disso, é uma garantia de que você poderá monetizar o seu negócio com venda de licenciamentos e franquias, por exemplo. E, por fim, te deixa no controle da sua marca, já que ninguém poderá veicular sua marca sem o seu consentimento.
Referência: Efeito Orna
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Antes de mais nada, se você trabalha com marcas, seja sendo um diretor no setor de marketing de uma empresa ou mesmo em uma empresa de comunicação e design, você tem que conhecer os 6 motivos para começar o processo de gestão de marcas. Dessa forma, confira a seguir as 6 principais oportunidades para trabalhar […]
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Antes de mais nada, se você trabalha com marcas, seja sendo um diretor no setor de marketing de uma empresa ou mesmo em uma empresa de comunicação e design, você tem que conhecer os 6 motivos para começar o processo de gestão de marcas. Dessa forma, confira a seguir as 6 principais oportunidades para trabalhar o branding na sua empresa ou mesmo nos seus clientes.
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Em primeiro lugar, se o seu cliente ou empresa precisam de um: MIV e materiais de expediente; elaborar um processo de naming de um novo produto ou serviço; criar uma identidade para campanha; ou mesmo levantar capital de risco sem nenhum cliente.
Se o cliente ou os seus colegas dizem que nome não representa mais a principal atividade da empresa já é um sinal de que o processo de gestão de marcas deve acontecer.
Se um concorrente possui um nome muito parecido ou existe conotação negativa no nome no mercado acenda um sinal de alerta. Contudo se os clientes não conseguem falar direito o nome da empresa já é um sinal para ocorrer algum trabalho de marca.
Da mesma forma, se a empresa realiza uma fusão com outro grupo, esses são os principais motivos para se repensar o nome.
Sob o mesmo ponto de vista se existe a necessidade de reposicionar a marca e sua atuação como por exemplo: empresa mudou de ramo e tem a necessidade de comunicar melhor o que a empresa faz a partir de agora.
Assim como se ninguém sabe quem somos e a empresa está desvalorizada faz-se necessária uma intervenção de branding, uma vez que precisamos tornar o negócio mais atraente ao mercado.
Igualmente para uma revitalização de identidade de marca acontecer os sintomas e questionamentos básicos são:
a) se a nossa aparência não condiz com o que somos;
b) nossa identidade é percebida na web?;
c) nossa identidade não nos destaca em relação a concorrência;
d) atuamos em diversas divisões mas as pessoas não percebem isso!;
e) fico constrangido com o meu cartão de visitas;
f) nosso símbolo é reconhecido em todo o mundo, mas precisamos atualizá-lo;
g) as pessoas não conseguem ler nosso logotipo.
À primeira vista se a nossa aparência não é coerente perante nossos consumidores ou falta-nos coerência visual,
precisamos de uma nova arquitetura da marca para combinar com as novas aquisições.
Do mesmo modo se as nossas embalagens não se destacam e estamos perdendo vendas com isso deve-se repensar o material de
divulgação.
Além disso, precisamos parecer poderosos e comunicar que somos a melhor empresa do ramo. Contudo, se cada departamento age independentemente falta algo que conecte todos.
Às vezes precisamos comunicar a todos os envolvidos sobre a fusão, uma vez que queremos aproveitar o valor de marca das empresas que estão envolvidas.
Nesse sentido, conforme anteriormente afirmado, precisamos comunicar ao mundo que somos a maior empresa do ramo. Seja como for, precisamos como estrategistas das marcas avaliar um novo nome e a arquitetura de identidade da marca.
Conclusão:
Esses 6 pontos devem ser analisados cuidadosamente por todos profissionais que trabalham com marcas uma vez que dependendo do momento da empresa mudanças torna-se oportunidades necessárias para dar sentido ao negócio.
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