
O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 24 de março até 4 de junho de 2023, a mostra MAHKU: Mirações, que ocupa o espaço expositivo no 2o subsolo do museu. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, Guilherme Giufrida, curador assistente, MASP e Ibã Huni Kuin, curador convidado, […]
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O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 24 de março até 4 de junho de 2023, a mostra MAHKU: Mirações, que ocupa o espaço expositivo no 2o subsolo do museu. Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, Guilherme Giufrida, curador assistente, MASP e Ibã Huni Kuin, curador convidado, a exposição reúne cerca de 120 pinturas e desenhos que se originam tanto de traduções e registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade. Bem como de experiências visuais geradas pelos rituais de nixi pae — que envolvem a ingestão de ayahuasca — denominadas mirações, palavra que dá título à exposição no MASP. A mostra tem patrocínio master do Citibank.
Criado oficialmente em março de 2013, dez anos antes da abertura da exposição no MASP, o surgimento doMovimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) remonta ao final da década de 2000. Ou seja, quando o coletivo iniciou, nos cursos de Licenciatura Indígena na Universidade Federal do Acre (UFC).
Além disso, seus trabalhos de tradução de cantos tradicionais do povo indígena Huni Kuin (Acre) em desenhos figurativos. Os primeiros registros do coletivo surgem, portanto, a partir do contato de populações indígenas aldeadas com a universidade, onde o grupo realizou sua primeira exposição, em 2011.
No ano seguinte, após a visita do antropólogo Bruce Albert e do curador Hervé Chandès, os integrantes participam pela primeira vez de uma mostra de arte contemporânea, a exposição Histoires de voir, Show and Tell [Histórias para enxergar, ver e contar] na Fondation Cartier pour l’art contemporain, em Paris, com um desenho ilustrando a capa do respectivo catálogo. A partir do movimento de introdução da sua visualidade ao universo das exposições de arte, os Huni Kuin se apropriam disso como estratégia de sobrevivência coletiva, de extensão de suas histórias e de seus mitos.
A exposição MAHKU: Mirações reúne cerca de 120 pinturas e desenhos em papel e tela, sendo três delas produzidas para a mostra, comissionadas pelo museu. Além de esculturas, áudios com cantos, vídeo documentário e uma pintura de grandes dimensões elaborada diretamente nas laterais da icônica escada/rampa vermelha que interliga o 1° ao 2° subsolo do museu, seguindo, assim, a tradição do coletivo de realizar uma intervenção artística nos espaços expositivos que ocupam, criando uma conexão física e espacial entre mundos.
“O sentido geral do grupo MAHKU parece ser criar caminhos sustentáveis, desenvolvendo a política de se associar para se fortalecer. Isto é, interessa-lhes produzir e facilitar a passagem entre mundos, sempre sob o risco e a consciência das distâncias e assimetrias, que podem ser controladas e guiadas pelo poder da contação, pelos cantos, pelas imagens que produzem, pelo sentido ético da sobrevivência de seus modos de existência”, reflete o curador Guilherme Giufrida.
Este diálogo entre diferentes culturas é um dos temas centrais de algumas das obras do coletivo, especialmente aquelas inspiradas no mito de kapewë pukeni, o jacaré-ponte, traduzido, por exemplo, na pintura Kopenawe pukenibu(2022), de Acelino Tuin Huni Kuin.
Outrossim, o mito narra a história da passagem dos Huni Kuin pelos dois continentes, através do estreito de Behring, em busca de sementes, moradia, conhecimento e terra. Depois de muita caminhada, o grupo se depara com um jacaré que, em troca de alimento, oferece ajuda para que eles possam atravessar para o outro lado
O animal, avesso ao canibalismo, pede que o povo não mate um jacaré pequeno e que não lhe dê um deles para comer. No entanto, quando a variedade de animais se torna escassa, os Huni Kuin caçam o jacaré menor, traindo a confiança do jacaré grande, que submerge.
“Foi aí que se fundaram as línguas diferentes entre parentes do outro lado do mundo. O mundo sempre divisão. Quem atravessa o mundo é quem já conquistou os conhecimentos. Por isso que a música do jacaré cantamos em nossas reuniões, para abrir os caminhos”, explica o curador convidado Ibã Huni Kuin.
Por essa razão, a figura do animal foi escolhida pelo coletivo para ilustrar o logotipo original do MAHKU. Ou seja, nele o jacaré aparece com duas patas caminhando e alimentando-se, enquanto pessoas munidas de estilingues e flechas passam sobre suas costas. Trata-se de uma cena fundacional que sugere que os Huni Kuin são produtores e produtos de pontes — entre os mundos indígena e não indígena, entre o visível e o invisível.
Outro ser muito importante para os Huni Kuin é a jiboia, considerada a maior dos xamãs, mensageira e ser da transformação. Normalmente o animal está presente em suas pinturas, circundando as composições, seja de forma a perambular pela imagem, seja literalmente em suas bordas, acompanhando os ângulos perpendiculares do quadro ou em formas geometrizadas estilizadas.
A jiboia é a figura central no mito de surgimento de nixi pae, “a bebida sagrada”, representada na tela do acervo do MASP Yube Inu Yube Shanu [Mito do surgimento da bebida sagrada Nixi Pae] (2020). O mito narra o encontro de Yube Inu, um homem indígena, com Yube Shanu, a mulher-jiboia, e a acolhida do povo da jiboia a Yube Inu, que é introduzido ao ritual de nixi pae.
Ele ingere a bebida sagrada, experiencia as mirações e, mais tarde, aprende a fazê-la e entra em contato com as músicas da serpente. Por um momento de ciúme de seu sogro, devido ao seu conhecimento adquirido, Yube Inu é mordido e acaba adoecendo, mas, antes de morrer, retorna ao seu povo de origem e ensina a receita da bebida.
No ritual de nixi pae realizado pelos Huni Kuin e traduzido como “cipó forte”, “embriagante” ou “fio encantado”, se institui a experiência de encontro com a jiboia. Trata-se de um ritual central na vida desse povo, que envolve toda a comunidade — desde crianças de 6 anos de idade até adultos e idosos. As mirações, experiências visionárias que aparecem durante os rituais, são traduzidas tanto nos desenhos e pinturas do coletivo quanto nos cantos que integram o cotidiano da aldeia Chico Curumim, na Terra Indígena Kaxinawá, do Rio Jordão, onde vivem os artistas do MAHKU.
“O ritual de nixi pae tem como objetivo principal conectar mundos, rememorar a todos daquela relação dos Huni Kuin com a jiboia, renovar a intimidade do encontro e relembrar as razões do desencontro narradas no mito”, reflete Guilherme Giufrida.
“Evocada através do canto, pela bebida e pela própria miração, a jiboia guia as visões por seus caminhos e percepções, fazendo os humanos atravessarem para o seu mundo, para o próprio universo dos mitos. O objetivo, no limite, parece ser o de estudar e ensinar os mitos, fazer as histórias do povo sobreviverem, se estenderem e se transformarem, preservando a integridade e o enraizamento daquela sociedade”, finaliza.
A mostra no MASP pretende, portanto, ampliar o conhecimento sobre e com os Huni Kuin. Assim como a compreensão da contribuição de sua obra para a arte contemporânea, além de celebrar a longa relação de trabalho entre o coletivo e o museu. Outrossim, desde 2016, os artistas do MAHKU participam de exposições do MASP, o que é constatado na grande quantidade de obras de diferentes períodos de sua produção comissionadas e depois doadas ao acervo do museu.
Os artistas já participaram das exposições Avenida Paulista (2017), Histórias da dança (2020) e Histórias brasileiras(2022), além de uma oficina em Histórias da infância (2017) e dos projetos MASP Renner 1a temporada (2018-2019) e MASP Afterall ArtSchool (2020).
MAHKU: Mirações integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias indígenas. Este ano, a programação também inclui mostras de Carmézia Emiliano, Paul Gauguin, Sheroanawe Hakihiiwe, Melissa Cody, além do comodato MASP Landmann de cerâmicas e metais pré-colombianos e a grande coletiva Histórias indígenas.
O Movimento dos Artistas Huni Kuin (MAHKU) foi lançado oficialmente em 2013 e é composto pelos artistas Ibã Huni Kuin, Bane Huni Kuin, Mana Huni Kuin, Acelino Tuin e Kássia Borges. O coletivo realizou as exposições individuais Yube Inu, Yube Shanu, na Piero Atchugarry Gallery, no Uruguai (2022); Cantos da imagem, na Casa de Cultura do Parque, em São Paulo (2022); Vende tela, compra terra, na SBC Galerie d’Art Contemporain, no Canadá (2022); Através da poética do MAHKU, na Galeria de Arte da Universidade Federal do Amazonas, em Manaus (2018); e O espírito da floresta — desenhando os cantos nixi pae, no Sesc Rio Branco (2011).
Participou de mostras coletivas como:
Suas obras fazem parte de coleções do MASP, MAR, da Fundação Cartier por L’art contemporain, da Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras.
Na ocasião da mostra, será publicado um catálogo bilíngue com ensaios comissionados especialmente para a ocasião. Além de reproduções de trabalhos produzidos pelo grupo e traduções de mitos e cantos Huni Kuin. Outrossim, o livro, organizado por Adriano Pedrosa e Guilherme Giufrida, inclui textos de Daniel Revillion Dinato, Guilherme Giufrida, Ibã Huni Kuin, Naine Terena e Raphael Fonseca. Com design de Bloco Gráfico, a publicação tem edição em capa dura.
MAHKU: Miraçõe
Curadoria: Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Guilherme Giufrida, curador assistente, MASP; e Ibã Huni Kuin, curador convidado.
2o subsolo
24.3 — 4.6.2023
MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1578 — Bela Vista
01310-200 São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: terça grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h); quarta a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas
Agendamento on-line obrigatório pelo link MASP Ingressos
Ingressos: R$ 60 (entrada); R$ 30 (meia-entrada)
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“Imagine um mundo onde nunca mais ouviremos a inicialização sinfônica de um computador com Windows 95. Imagine gerações de crianças que não estão familiarizadas com a tagarelice dos anjos alojados nas profundezas de uma velha TV de tubo.” Pois bem, essas foram as motivações que levaram Brendan Chilcutt a criar o The Museum Of Endangered […]
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“Imagine um mundo onde nunca mais ouviremos a inicialização sinfônica de um computador com Windows 95. Imagine gerações de crianças que não estão familiarizadas com a tagarelice dos anjos alojados nas profundezas de uma velha TV de tubo.” Pois bem, essas foram as motivações que levaram Brendan Chilcutt a criar o The Museum Of Endangered Sounds. Se trata de um site que armazena sons de inúmeras tecnologias antigas, ou seja, uma espécie de museu. Conheça o museu que guarda sons de equipamentos do passado:

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Lançado em janeiro de 2012, esse site busca preservar os sons de equipamentos eletrônicos amplamente conhecidos de décadas passadas. Desse modo, o acervo possui registros sonoros de máquinas de escrever, teletipos e vitrolas, além de trilhas de vídeo games antigos. E. claro o clássico ringtone da Nokia, o saudoso Tamagochi e os efeitos sonoros do Tetris e Pac Man estão presentes por lá também.
Logo que o usuário entra no site do museu, ele é recebido por um pop-up contendo instruções e boas-vindas. Para ouvir algum dos 33 sons que estão disponíveis no site, é necessário que você clique na miniatura do som. Caso você deseje parar de ouvir aquele som é preciso dar outro clique.
Além disso, o museu oferece a possibilidade de o visitante ouvir mais de um concomitantemente: basta que o usuário clique em inúmeras miniaturas. Assim é possível criar uma verdadeira sinfonia eletrônica.
Com o intuito de catalogar, guardar e emitir os sons que perderam a popularidade devido ao avanço tecnológico dos equipamentos domésticos, o projeto de Brendan Chilcutt traz consigo uma grande atmosfera nostálgica. Ou seja, é uma maneira muito especial de relembrar o passado e os sentimentos que lá estão guardados. Por outro lado, mostra para as novas gerações os sons de alguns equipamentos com os quais eles não conviveram.
Para acessar o site do museu, é só clicar aqui.
Ah, e por falar em nostalgia, você já viu que o orkut vai voltar?
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O famoso museu que dispõe de inúmeras figuras de cera, é chamado de Madame Tussauds. Ele recentemente inaugurou mais uma de suas estátuas, e desta vez, a cantora brasileira, Anitta, foi a dona dos holofotes. Conheça agora a estátua de cera de Anitta no Madame Tussauds Talvez você goste de ler: Filmes e séries “quentinhos” […]
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O famoso museu que dispõe de inúmeras figuras de cera, é chamado de Madame Tussauds. Ele recentemente inaugurou mais uma de suas estátuas, e desta vez, a cantora brasileira, Anitta, foi a dona dos holofotes. Conheça agora a estátua de cera de Anitta no Madame Tussauds
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A cantora se deslocou até o museu, a fim de conferir sua versão em cera, e emocionada afirmou estar muito feliz com tal homenagem. Afinal, ela é a primeira cantora brasileira que consegue atingir tal nível.
De acordo com ela, o processo de criação da estátua foi duro, exigindo da cantora a permanência na mesma posição durante 12 horas seguidas, e com a mesma expressão, a fim de que o molde ficasse impecável.
E parece que todo o esforço valeu completamente a pena, pois conseguiu arrancar a seguinte frase da cantora brasileira: “Meu Deus! Estou tão gostosa!”.
Antes mesmo de acontecer o evento, Anitta compartilhou um tweet em seu perfil oficial do Twitter, afirmando que aquele dia era um grande dia para a música brasileira, de acordo com a sua perspectiva.
Além disso, o museu mostrou com detalhes, através de um vídeo, as características da peça de cera, incluindo a publicação de algumas imagens que abordavam nitidamente os detalhes.
Ver essa foto no Instagram
Porém, ao que tudo indica o processo de criação desta estátua foi trabalhoso e demorado, afinal, a cantora havia realizado um ensaio em agosto de 2021, momento que compartilhou inúmeras publicações sobre o evento. E afirmou que estava se sentindo muito honrada com determinada homenagem.
I'm so honored! Can't wait to have my wax figure at @TussaudsUSA, in NYC! pic.twitter.com/myuOnJ2N0c
— Anitta (@Anitta) August 13, 2021
Cerca de vinte profissionais trabalharam constantemente para que a produção alcançasse o resultado final.
Para aqueles que desejam conferi-la de perto, a estátua de cera pode ser encontrada em Nova York, no Madame Tussauds.
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A princípio se você é designer você deve conhecer a Pentagram uma das maiores empresas de design do mundo. Desde já, bora conferir 10 projetos para inspirar você! Talvez você também goste: 8 pontos estratégicos em um projeto de design 7 carreiras alternativas para designers Quem é a Pentagram? Antes de mais nada, a […]
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A princípio se você é designer você deve conhecer a Pentagram uma das maiores empresas de design do mundo. Desde já, bora conferir 10 projetos para inspirar você!
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Antes de mais nada, a empresa foi fundada lá em 1972 inicialmente em Londres, e posteriormente, instalou escritórios em Nova York, São Franscico, Berlim e Austin.
Frequentemente conhecida por seus trabalhos em design gráfico e identidade corporativa, mas também famosa por projetos em arquitetura, design de produto entre outras soluções.
Acima de tudo a Pentagram é reconhecida por seus designers como: Peter Harrison, Woody Pirtle, Michael Bierut e Paula Scher, bem como seu portfólio de projetos para grandes marcas mundiais como Citibank, Saks Fifth Avenue, United Airlines entre outros.
Se você estava precisando de um lugar para se inspirar relaxa que definitivamente você precisará acessar os projetos desse estúdio de design com mais frequência!
Desse modo, confira a seguir alguns projetos inspiradores de design:
A Pentagram criou a Identidade visual para 23 grupos de pesquisa, bem como diversas aplicações para os laboratórios do Massachusetts Institute of Technology.
Como resultado do trabalho podemos ver a criação de todo “alfabeto” sistematizado de comunicação visual e logo as diversas aplicações possíveis em um ambiente acadêmico.
Acima de tudo, nesse projeto de redesenho de marca, a ousadia de tirar a marca tradicional da sua caixa azul criou uma comunicação diferenciada da empresa com os seus clientes.
De antemão, nota-se que a simplificação do ícone da marca remete como as pessoas chamam a empresa e o cartão “amex”.
Primordialmente neste projeto ocorreu a criação de embalagem para um varejista online de nozes, frutas secas, salgadinhos, chocolate, café e chá.
Todavia, repare no tom de voz irreverente da marca, desde a tipografia desenvolvida especialmente para o projeto, bem como as ilustrações que demonstram o produto na própria embalagem e a paleta de cores escolhida.
Sim, sob o mesmo ponto de vista a Pentagram criou a Identidade e tipografia para a popular franquia de videogames musicais. A criação da identidade foi inspirada no estilo Heavy Metal mas posteriormente adaptada para outros estilos, por analogia que o game virou até DJ Hero, posteriormente.
Do mesmo modo que fizeram a identidade do programa Saturday Night Live, de maneira idêntica assumiram mais um projeto de sucesso na televisão americana.
Primeiramente foram criadas as Identidades visual e animações (motion graphics) para o talk show noturno da NBC, estrelado pelo comediante e apresentador Jimmy Fallon.

Eventualmente nem tudo se resume a identidade de marca. Do contrário, finalmente um projeto diferente de diagramação e criação da antologia de escritos do poeta, letrista e vocalista do The Doors, Jim Morrison. Os livros incluem manuscritos, fotografias e registros exclusivos para fã nenhum botar defeito, com uma diagramação totalmente artística.
Semelhantemente ao que aconteceu no projeto para o Guitar Hero, de maneira idêntica, mais um redesenho da identidade da marca para o game multijogador mais popular do mundo.
Segundo a equipe da Pentagram, o ícone “L” na área de trabalho no qual os jogadores clicam para iniciar o jogo também foi redesenhado para combinar com o novo visual e funcionar como seu próprio símbolo instantaneamente reconhecível. Similarmente, o monograma é apoiado por um motivo semelhante a uma moldura que contém uma chama de magia azul.
Ludicamente, conforme os criativos, o novo logotipo procura evocar um mundo antigo de guerreiros e magia, mas ao mesmo tempo tenta ser atemporal e contemporâneo, segundo justificativa do estúdio de design.
Antes de mais nada, o estúdio de design criou o Sistema de Identidade de Marca para o aplicativo de navegação desenvolvido pela comunidade que ajuda os motoristas a trabalharem juntos para vencer o trânsito.
Primordialmente sistema de identidade unifica o visual da marca, ao mesmo tempo em que apoia seu alegre senso de expressão individual.
Atualmente a Melissa é o ícone do sapato de plástico colorido, ganhou seguidores internacionais e cresceu em popularidade com celebridades ao redor do mundo.
Finalemnte, para quem ainda não sabe, a Pentagram foi a responsável por criar uma fonte sob medida para lovemark brasileira, a “Mel Regular”, baseada no design de letras do logotipo da Melissa.
Por último, para fechar os projetos inspiradores de design trouxemos a exposição da Revista Rolling Stone.
À primeira vista uma exposição no Rock and Roll Hall of Fame and Museum celebrou cinco décadas da revista.
fonte: pentagram.com
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