
ESTA represa na China tem tanta água que pode estar afetando a rotação da Terra, entenda o fenômeno
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Prepare-se para uma descoberta incrível que pode mudar a maneira como vemos o mundo! A Barragem das Três Gargantas, a maior hidrelétrica do mundo, localizada no rio Yangtzé, na China, está armazenando uma quantidade incrível de 42 bilhões de toneladas de água em seu reservatório. E acredite ou não, isso pode estar afetando a rotação da Terra! Quer entender como essa megaestrutura pode estar mudando nosso planeta? Continue lendo para descobrir todos os detalhes surpreendentes!
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A Barragem das Três Gargantas não é apenas uma obra-prima da engenharia, mas também um marco épico na história da China. Construída ao longo de 15 anos, de 1994 a 2009, essa megabarragem consumiu uma impressionante quantia de mais de US$ 37 bilhões (cerca de R$ 180 bilhões) em investimentos. Além disso, obrigou cerca de 1,2 milhão de pessoas a se mudarem das margens do rio Yangtzé, resultando em um impacto social e ambiental significativo.
A magnitude da Barragem das Três Gargantas é impressionante. Com uma altura imponente de 181 metros e uma largura de 2,33 quilômetros através do rio Chang Jiang, essa barragem é um verdadeiro colosso da engenharia. Em 2013, ela atingiu um recorde mundial ao gerar 98,8 terawatt-hora (TWh) de eletricidade. Esse feito extraordinário foi superado apenas dois anos depois pela nossa própria Hidrelétrica de Itaipu, que produziu 103,1 TWh.
Mas como uma barragem pode afetar a rotação da Terra? Para entender isso, precisamos nos aprofundar em um conceito fundamental da física chamado “momento de inércia”. Esse conceito mede a resistência de um corpo a mudanças em sua velocidade angular. Em termos simples, quanto mais massa está longe do eixo de rotação, maior é o momento de inércia.
Ao encher o reservatório da Barragem das Três Gargantas com bilhões de toneladas de água, essa massa adicional pode aumentar o momento de inércia da Terra, fazendo com que nosso planeta gire mais lentamente. Isso pode até mesmo resultar em um aumento na duração dos dias. Parece inacreditável, não é?

Embora essas mudanças na rotação da Terra possam parecer impressionantes, os cientistas afirmam que são insignificantes em escala global. Essas alterações não afetam o clima ou a vida na Terra de forma perceptível. De acordo com especialistas da NASA, o reservatório da barragem chinesa aumenta o dia em apenas 0,06 microssegundos. Isso equivale a 0,00000006 segundos, ou seja, é um efeito extremamente pequeno, quase imperceptível.
Além disso, a Barragem das Três Gargantas tem um potencial limitado para alterar a forma da Terra ou influenciar os polos do planeta. Isso ocorre porque a imensa quantidade de água armazenada no reservatório exerce uma força centrífuga sobre o equador terrestre, mas seus efeitos são mínimos em escala global.
Enquanto a Barragem das Três Gargantas mostra um pequeno impacto da atividade humana no contexto global, eventos naturais, como terremotos, erupções vulcânicas massivas ou mudanças climáticas significativas, têm o potencial de causar impactos muito mais significativos no momento de inércia da Terra. Portanto, embora essa descoberta seja fascinante, nosso planeta ainda está sujeito a forças naturais muito mais poderosas.
Essa incrível revelação nos lembra de quão complexo e fascinante é o mundo em que vivemos. Apesar de nossos avanços tecnológicos e feitos monumentais, a Terra ainda mantém sua imprevisibilidade e capacidade de nos surpreender. Quem sabe o que mais o futuro nos reserva em termos de descobertas e maravilhas científicas? Fique ligado, pois o mundo nunca para de nos impressionar!
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Da hora de acordar ao se vestir e compensar a emissão de carbono individual: selecionamos sete marcas sustentáveis para inserir no dia a dia e conseguir ter uma rotina mais sustentável
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O estudo global Vida Saudável e Sustentável 2022, divulgado pelo Instituto Akatu, ONG que atua na mobilização da sociedade para o consumo consciente, em parceria com a consultoria global GlobeScan, revelou que os brasileiros estão entre os mais conscientes do mundo sobre seus efeitos no meio ambiente. Cerca de 84% quer reduzir o impacto pessoal sobre o planeta, 11 pontos acima da média global. O levantamento ainda mostrou que na percepção dos brasileiros, marcas de cuidado pessoal, alimentos, bebidas e produtos de limpeza falam mais sobre os esforços para serem ecologicamente corretas.
O mês de junho é um período marcado pela importância das causas ambientais. No dia 05 de junho é comemorado o Dia do Mundial do Meio Ambiente e no dia 8 de junho o Dia Mundial dos Oceanos. Pensando nisso, selecionamos 7 marcas para inserir no dia a dia e conseguir ter uma rotina mais sustentável.
Além de incluir na rotina atitudes responsáveis, como deixar a torneira fechada enquanto escova os dentes e fechar o chuveiro enquanto se ensaboa, atualmente já podem ser feitas, trocas positivas por produtos à base de plantas na rotina de cuidados pessoais. A positiv.a, marca brasileira de produtos ecológicos de limpeza e autocuidado, desenvolveu uma linha de higiene pessoal com pasta dental ecológica, bucha vegetal, escova de bambu, sabonete hidratante em barra e desodorante natural, todos 100% vegetais, veganos e biodegradáveis, que podem ajudar com uma rotina mais sustentável. As embalagens dos produtos são feitas de papel reciclado, zero plástico ou com plásticos reciclados. A empresa conta ainda com programa de logística reversa, para incentivar a reciclagem.
Atualmente, existem diversas foodtechs que estão levando tecnologia para os os hábitos alimentares. Uma delas é a Nude, que desenvolve alimentos a partir da aveia, que também foi a primeira marca da América Latina a calcular todas as etapas da cadeia produtiva e estampar a pegada de carbono na embalagem.
Também já é possível consumir os alimentos favoritos pelos brasileiros em versões à base de plantas, com sabores bem similares aos tradicionais. A Fazenda Futuro é uma foodtech que atua com diversos tipos de carne à base de plantas – entre eles: hambúrguer, frango, carne moída, linguiça e atum. O objetivo da empresa, que tem embalagens recicláveis ou biodegradáveis, é ser cada vez mais sustentável. Atualmente, a empresa tem providenciado a compensação de carbono da produção ao envio, por meio de uma parceria com a Carbon Cloud.
A indústria da moda é uma das principais áreas de foco da busca por sustentabilidade. O setor é o segundo com maior impacto no meio ambiente, responsável por 10% das emissões de Carbono no planeta, segundo dados da Unep (United Nations Environment Programm). Por isso, se quer fazer escolhas de menor impacto ambiental, é importante estar de olho também nos calçados e vestuário. Para os pés, uma alternativa que une conforto, atemporalidade e sustentabilidade é a Linus, marca de lifestyle sustentável criadora da primeira sandália vegana nacional.
Projetada por designers, engenheiros de material, ortopedistas e especialistas em palmilhas, a Linus tem todos seus produtos compostos por 70% de fontes renováveis, material 100% reciclável e com uma pegada de carbono negativa. Além de contar com 15 diferentes cores fixas, cores sazonais e collabs com outras marcas. No ano passado, a marca lançou edições limitadas de meias feitas com o algodão BCI, o material mais sustentável disponível para o Brasil, e camisa composta de fibra 100% natural. Segundo Isabela Chusid, CEO e fundadora da marca, eleita com um dos principais talentos brasileiros na moda, o objetivo da marca é se consolidar como uma fashiontech sustentável para além dos calçados, com outros itens que facilitem as trocas positivas.
Uma única mulher usará entre 5 e 15 mil absorventes internos e externos ao longo da vida, e a grande maioria desses absorventes acabará em aterros como lixo plástico. Em contato direto com o meio ambiente, esses produtos liberam toxinas e levam cerca de 100 anos para se decomporem. Com o propósito de mudar esse cenário, a Pantys, primeira marca de calcinhas absorventes da América Latina, une tecnologia, moda e um posicionamento sustentável. A marca conquistou um grande público e já expandiu para a Europa. No portfólio a empresa traz uma linha completa de moda íntima, praia, fitness e maternidade.
para completar as dicas de marcas de roupas sustentáveis e ter um look completo, a Insider Store desenvolve roupas funcionais, usando a tecnologia têxtil para reduzir o uso dos recursos naturais e o impacto ao meio ambiente causado pela indústria da moda. Os produtos da empresa são sustentáveis e possuem as certificações CO2 control, Oeko-Tex® e o selo eureciclo. Além disso, as roupas contam com tecnologia que controla o calor corporal e, por meio da transformação do calor em raios infravermelhos, melhoram a circulação sanguínea, a recuperação muscular e a performance esportiva. Com matérias-primas que vêm de madeira de reflorestamento, a produção é 100% nacional e a empresa reduz a emissão de CO2 e o consumo de água.
Todos os dias, para o deslocamento que não seja a pé ou de bicicleta, nós somos responsáveis pela emissão de gás carbônico do ônibus ou carro que nos levam aos compromissos diários. Caso queira compensar a emissão de carbono do dia a dia, atualmente é possível comprar tokens como o KNN, da Kanna, startup que utiliza a blockchain e o cânhamo como meio para financiar a sua operação em causas de impacto. O ativo digital da empresa terá um lastro no impacto gerado pelas plantações de cannabis, o cânhamo (planta da família da cannabis) é capaz de limpar metais pesados do solo, além de absorver mais CO2 por hectare do que qualquer outra planta conhecida.
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Atualmente, o mundo e as grandes potências mundiais vêm discutindo maneiras de o ser humano conseguir viver em harmonia com o meio ambiente. No mundo moderno, os sujeitos correm para tentar reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar as consequências das ações antrópicas no que se refere às mudanças climáticas. Existem aqueles […]
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Atualmente, o mundo e as grandes potências mundiais vêm discutindo maneiras de o ser humano conseguir viver em harmonia com o meio ambiente. No mundo moderno, os sujeitos correm para tentar reduzir as emissões de gases de efeito estufa e mitigar as consequências das ações antrópicas no que se refere às mudanças climáticas.
Existem aqueles que acreditam que retroceder, no bom sentido, seria uma forma de viver melhor. Continue lendo e entenda essa questão!
Em suma, quando ouvimos falar em tecnologia, a primeira coisa que vem à cabeça são smartphones, computadores, inteligências artificiais e etc. No entanto, essa é uma noção contemporânea de tecnologia.
Na realidade, na medida em que a sociedade foi evoluindo e criando novas tecnologias, o mundo começou a sofrer ainda mais os impactos dos seres humanos na superfície terrestre. Mas como as tecnologias ancestrais poderiam ajudar nas mudanças climáticas? De fato, na história da humanidade, existiram muitas civilizações que utilizam tecnologias avançadas que não agridem o planeta.
Um exemplo disso são as pontes de raízes no norte da índia, criadas pelos Khasi. Existe também as Ilhas biodegradáveis no sul do Iraque, criadas pelo povo seminômade Maʻdān que viveu uma civilização baseada na água por 6 mil anos. Outro exemplo é a civilização Orus, que viveu no Peru a mais de 4.500 anos.
Todas essas civilizações possuem uma premissa em comum: estruturas (tecnologia) que faziam parte da natureza. No entanto, a sociedade moderna caminha na contramão dessa ideia, uma vez que as estruturas foram projetadas sobre a natureza e segregadas dela. No final das contas, recorrer às tecnologias ancestrais seria uma forma de novamente integrar o ser humano à natureza, gerando estruturas sustentáveis que contemplem a natureza e que nao se baseie na exploração e expropriação.
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Como assim Adubo Humano? Tanto no Brasil quanto no mundo todo é muito comum depois que um ente querido falece as pessoas fazerem um velório e enterrarem esse ente. O ato de enterrar o corpo humano é uma herança cultural da Igreja Católica. No entanto, embora essa prática seja um resquício cultural, a prática de […]
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Como assim Adubo Humano? Tanto no Brasil quanto no mundo todo é muito comum depois que um ente querido falece as pessoas fazerem um velório e enterrarem esse ente. O ato de enterrar o corpo humano é uma herança cultural da Igreja Católica.
No entanto, embora essa prática seja um resquício cultural, a prática de enterrar corpos pode ser extremamente prejudicial ao solo. Em vista disso, setores dos Estados Unidos da América mobilizaram-se para tentar reverter essa prática de uma forma mais ecológica.
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Devemos concordar que devemos decidir o que deve ser feito com o nosso corpo depois de deixarmos de existir nesse planeta. Pelo contrário, essa decisão ficará a critério da nossa família. No território brasileiro, a cremação e o enterro são as soluções mais comuns utilizadas quando trata-se da morte.
No entanto, entre esses métodos, o enterro é o mais prejudicial ao solo e, em detrimento disso, novos métodos alternativos começaram a ser pautados, transformando a realidade do mundo paulatinamente.
O método que passou a ser adotado nos Estados Unidos no ano de 2021 também é conhecido como “Redução Orgânica Natural”. Nesse sentido, é importante destacar que esse método trata-se de um funeral que opera de maneira muito mais sustentável quando comparamos com os enterros tradicionais.
Em vista disso, a prática desse funeral consiste basicamente na transformação dos restos mortais humanos em solo rico em nutrientes que pode ser aproveitado para cultivar a vida por meio de um processo de aceleração natural.
Além disso, é fundamental deixar claro que nos Estados Unidos, Nova York e mais outros cinco estados norte-americanos legalizaram essa prática mais sustentável que promete ser extremamente mais benéfica ao solo e ao meio ambiente.
É simples, podemos dizer que o corpo basicamente é armazenado dentro de uma caixa que possui em seu interior materiais orgânicos biodegradáveis, como folhas de árvores, lascas de maneiras, entre outros materiais naturais. Esse seria o processo de Armazenagem por exemplo. Então, depois do processo de Armazenagem os restos mortais passam a ser transformados por consequência em material orgânico.
Esse processo de decomposição dura cerca de um mês mas pode variar. Então, depois do processo de decomposição, chega o momento do processo de Utilização. Este processo é a etapa final no qual, depois que os restos de ossos forem triturados, todo o material orgânico é devolvido às famílias para que possam ser utilizados em hortas e jardins.
De acordo com a fundadora e diretora-geral da empresa Recompose, Katrina Spade, essa ideia pode ser uma grande saída para ações mais ecológicas no futuro da sociedade. Conforme apontam os levantamentos feitos por sua equipe, ao que tudo indica, se todos os moradores dos Estado de Washington, por exemplo, optassem por utilizar esse processo método de enterro, possivelmente depois da morte seria viável evitar o lançamento de 500 mil toneladas de dióxido de carbono na atmosfera terrestre pelo menos em dez anos.
Em uma escala geológica, dez anos é um piscar de olhos, portanto, seria uma maneira eficiente de ajudar o meio ambiente em uma escala sem precedentes. No entanto, embora alguns estados norte-americanos tenham aceitado essa nova abordagem, alguns ainda estão relutantes.
É preciso vencer séculos de tradição e cultura herdadas para que a sociedade entenda que o método de enterro usado é muito prejudicial para o planeta e para os corpos hídricos dos quais bebemos água, por exemplo. No que se refere ao Brasil, ainda não se sabe se esse método será aceito com facilidade ou se o debate será mais difícil. Do ponto de vista ecológico é uma decisão sabia de se fazer.
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Desenvolvido pela Braskem, o Cazoolo, Laboratório de Embalagens Sustentáveis é um projeto que visa trabalhar na projeção de embalagens plásticas que sejam sustentáveis. Ou seja, o projeto tem como objetivo criar novas soluções que possam proporcionar várias melhorias em embalagens. Em suma, o Cazoolo se propõem a repensar sobre o design de embalagens desde a […]
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Desenvolvido pela Braskem, o Cazoolo, Laboratório de Embalagens Sustentáveis é um projeto que visa trabalhar na projeção de embalagens plásticas que sejam sustentáveis. Ou seja, o projeto tem como objetivo criar novas soluções que possam proporcionar várias melhorias em embalagens. Em suma, o Cazoolo se propõem a repensar sobre o design de embalagens desde a concepção do material até o momento do descarte.
Antes de mais nada, é importante destacarmos que essa é uma iniciativa que visa unir universidades, empresas, startups, designers, entre outros. Logo, se trata de um espaço colaborativo.
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O Cazoolo está localizado no STATE, centro de economia criativa, tecnologia e inovação na capital paulista. A empresa está colocando em prática algumas ideias baseadas no conceito de Design for Environment e Análise de Ciclo de Vida. Desse modo, ela possui equipamentos com tecnologias de ponta para realizar a prototipagem de forma rápida. Com isso, ela não fica restrita a determinados tipos de embalagens, mas consegue abranger todos os tipos. O objetivo é que haja um avanço da economia circular.
A fim de divulgar este novo projeto, a marca decidiu realizar diversas campanhas de publicidade. Assim como mostrar que esta marca é uma das muitas iniciativas que serão tomadas pela Brasken. Iniciativas essas que possuem o objetivo de ajudar o meio ambiente, além de conceder um destino correto para as embalagens. De acordo com a diretora de Marketing e Comunicação Corporativa da Braskem, Ana Laura Sivieri, a embalagem possui uma enorme relevância dentro da cadeia do plástico.
“Cerca de 80% do impacto ambiental é definido justamente na etapa de design da embalagem, e a Braskem está fazendo uma chamada para todos que querem participar desta evolução tão importante para o meio ambiente. O Cazoolo traz soluções para o presente e para o futuro. Precisamos engajar toda a cadeia a pensar um futuro mais circular”, explica.
Agora, essa campanha passará a utilizar algumas mídias para abranger um número maior de pessoas. Como por exemplo, Instagram, LinkedIn e mídia programática. Além disso, haverá alguns investimentos destinados a branded content em um dos principais players que envolvem negócios e economia no país.
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Você sabia que no Brasil nós temos cerca de 800.000 catadores? Dentre outras coisas eles são verdadeiros agentes do meio ambiente quando o assunto é reciclagem. Reconhecendo a importância desses profissionais para o nosso país, surgiu o app Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos. A Cataki é um plataforma que nasceu com […]
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Você sabia que no Brasil nós temos cerca de 800.000 catadores? Dentre outras coisas eles são verdadeiros agentes do meio ambiente quando o assunto é reciclagem. Reconhecendo a importância desses profissionais para o nosso país, surgiu o app Cataki: uma plataforma que conecta catadores a geradores de resíduos.
A Cataki é um plataforma que nasceu com o intuito de aproximar os geradores de resíduos com os catadores. Afinal, 90% de tudo que é reciclado no Brasil provém da coleta desses trabalhadores. Embora seja uma profissão autônoma pertencente a um setor não reconhecido, vemos aqui a importância dela.
Outro dado importante em relação ao trabalho dos catadores é entender que eles sobrevivem com a venda dos materiais que coletam. E você sabe de quanto estamos falando? Papelão e plástico são vendidos por cerca de R$0,20/kg enquanto o vidro chega a valer 0,05/kg.
De acordo com o site da Cataki estão cadastrados no app apenas 1.400 catadores, o que é um número bem pequeno em relação aos 800.000 existente no Brasil. Desse modo, eles convocam as pessoas a ajudarem cadastrando os catadores.
Ainda, não estamos falando aqui de uma ’empresa’ mas sim de um processo aberto e colaborativo, que sempre buscar por voluntários. Inclusive, no site deles é possível ver que eles precisam de ajuda para trabalho de escritório, programação, divulgação, captação de recurso e como já dito acima, cadastrar os catadores. Esse último é muito importante, tendo em vista que muitas vezes o catadores não possuem celular.
Dá uma olhada aqui no vídeo deles:
Resumindo, essa iniciativa é ótima. E você pode fazer parte de diversas maneiras, seja sendo um voluntário ou separando seus resíduos direitinho e entregando para um catador. Além disso, dentro do app, você também pode cadastrar um ponto de coleta de reciclagem ou um projeto público relacionado a isso.
Enfim, é um aplicativo que pode ajudar no destino certo do lixo além de ajudar as pessoas que fazem esse trabalho tão importante. O que você achou desse projeto?
Se você curtiu esse artigo, então também vai curtir esse outro aqui sobre com 10 mudanças para gerar menos lixo
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Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia. […]
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Se você já viu o Ensaio “Oceanos à Deriva”, vai gostar de saber o que Nicolas Bigot, ou apenas “Niko” para os mais chegados, tem a dizer sobre suas inspirações e pensamentos sobre o tema abordado. A poluição dos oceanos e o descaso das pessoas e autoridades foram pontos recorrentes em sua crítica utilizando fotografia.
Se você ainda não viu, corre lá pra ver esse ensaio maravilhoso: Oceanos à Deriva/Oceans Adrift

Nicolas é francês, sua profissão principal é UX/UI Designer.
Por fim, fique aqui com as palavras que trocamos com Niko:
Realmente não sei como poderíamos fazer algo. Parece que existe consciência há vários anos … mas não para todos. Como eu disse acima, muitas pessoas não se importam totalmente com a poluição e o meio ambiente, na verdade, até mesmo eles dizem o contrário. Eles são hipócritas. Não sei se a raça humana realmente mudará, às vezes sou pessimista. Quando ando à beira-mar, sempre tenho um saco para colocar o lixo que encontro. Enquanto eu tiver que fazer isso, o futuro não está salvo … Desculpe, isso não é exatamente uma resposta, mas é como eu tenho pensado.
As pessoas não mudam, então, infelizmente, os governos têm que criar cada vez mais regras e punições. As pessoas não gostam disso, é claro, mas parece que é o único jeito por enquanto. Enquanto as pessoas não entenderem por conta própria, não existem soluções globais. O mais frustrante é que não é difícil prestar atenção na vida cotidiana … pelo menos em uma pequena parte do problema. Há também nosso estilo de vida consumista, indústria e todas as outras fontes de poluição … começa a se mover, mas é muito lento!
Se você curtiu o Niko e suas fotos, não esqueça de segui-lo no Instagram, e veja outros projetos fotográficos: @nikophotographisme
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A poluição dos Oceanos já é um problema velho, e está longe de ser resolvido. De acordo com um artigo do The Weather Network, a quantidade de plástico despejada nos oceanos vai triplicar até 2040. Como se não bastasse, estamos em momentos onde governos autoritários desmerecem qualquer tentativa de amenizar o impacto humano no nosso […]
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A poluição dos Oceanos já é um problema velho, e está longe de ser resolvido. De acordo com um artigo do The Weather Network, a quantidade de plástico despejada nos oceanos vai triplicar até 2040. Como se não bastasse, estamos em momentos onde governos autoritários desmerecem qualquer tentativa de amenizar o impacto humano no nosso planeta. Além disso, é normal algumas autoridades irem contra dados de órgãos confiáveis que alertam sobre os índices de poluição, desmatamento e aquecimento global.
O que não falta são tentativas de abrir os olhos das pessoas comuns, afinal, são essas que podem fazer uma grande diferença. Tanto se conscientizando, quanto elegendo políticos que tenham o real vislumbre do que nos espera no futuro próximo caso não façamos nada. E essas tentativas não precisam partir apenas de pessoas diretamente em contato com esses problemas, os artistas tem um importante papel na difusão desse tipo de ideia.
É isso que vi acontecer ao me deparar com o trabalho do fotógrafo francês cujo instagram é intitulado Niko Photographisme. Ele resolveu fazer críticas irônicas sobre a poluição dos oceanos utilizando manipulações de fotografias e um toque de humor. Em um ensaio genial, Niko escancara problemas que são rotineiramente invisíveis nas redes sociais. Principalmente quando falamos em fotos no Instagram, por exemplo, que se enquadram no “pacote básico” do lifestyle das redes sociais: Pessoas fazendo exercícios e praticando esportes em paisagens maravilhosas.
Niko coloca aí um outro detalhe no mínimo interessante, confira as fotos:









Recentemente, a equipe do Seja Criativo conversou com o Niko, para ver a entrevista, acesse esse link.
Para ver mais trabalhos do Niko, confere o instagram dele: @nikophotographisme
Fonte: Behance
Você pode gostar também de: Google cria capa de celular feita de garrafas de plástico
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Como já falamos em outros artigos do site, ser criativo é, entre outras coisas, buscar soluções diferentes para problemas já existentes. No que compete a cuidados com meio ambiente e produção de lixo, qual é a solução que você busca para evitar isso ao máximo? Pensando nisso, queremos falar de um assunto bem específico mas […]
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Como já falamos em outros artigos do site, ser criativo é, entre outras coisas, buscar soluções diferentes para problemas já existentes. No que compete a cuidados com meio ambiente e produção de lixo, qual é a solução que você busca para evitar isso ao máximo? Pensando nisso, queremos falar de um assunto bem específico mas que tange a isso. Hoje vamos falar sobre menstruação mais ecológica: substitua os absorventes descartáveis.
Primeiramente, precisamos entender que o ato de menstruar é algo saudável e que está atrelado a vida de muitas pessoas. Mas, vocês já pararam para pensar quanto lixo você gera ao utilizar absorventes descartáveis durante toda a sua vida? Ainda, você sabe como e com quais materiais são produzidos os absorventes descartáveis?
Para responder a primeira pergunta podemos utilizar a Calculadora de Absorventes da Pantys. Por exemplo, uma pessoa de 26 anos que menstrua desde os 14 e tem um fluxo moderado que dura em média de 4 a 5 dias utiliza, em média, 9mil absorventes durante toda sua vida.
Os absorventes descartáveis tradicionais podem levar até 500 anos para se decompor em aterros sanitários. Ou seja, o primeiro absorvente utilizado ainda está entre nós. Em suas composições, que varia de acordo com cada fabricante, encontramos principalmente algodão e polímero. Sem entrar em muitos detalhes, sabemos que esses dois materiais precisam de bastante recursos naturais para serem produzidos. E sabemos também que o único destino do absorvente usado, no Brasil, é o aterro sanitário.
E veja bem, estamos falando aqui, apenas do absorvente em si, nem estamos mencionando as embalagens dele. Tudo bem que essas ainda tem chance de serem recicladas, caso o descarte seja feito da maneira correta. Mas, de qualquer modo, ainda serão gastos bastante recursos na sua produção e possível reciclagem.

Por outro lado, não podemos negar que o absorvente descartável, que chegou no Brasil nos 30, mas se popularizou nos anos 50, ofereceu e oferece muita praticidade. Também precisamos entender que em alguns lugares do mundo, principalmente onde a menstruação ainda está atrelada a fortes tabus, muitas mulheres não tem acesso a absorventes o que faz com que elas faltem a escola ou trabalho durante o período menstrual. O que é no mínimo péssimo para o seu desenvolvimento e autossuficiência.
Enfim, as discussões sobre esse ponto podem ser inúmeras e podemos falar de muitas nuances por trás de cada estigma e de cada realidade. No entanto, o que queremos propor aqui hoje é, principalmente, uma reflexão: dentro da sua realidade, você já pensou o que pode fazer para ter um período menstrual mais saudável, tranquilo e com menos lixo gerado?
Tendo em vista todas essas questões, fizemos uma busca e vimos que algumas empresas vem repensando esse ciclo (tanto o menstrual quanto o do lixo gerado). Atualmente, no mercado, temos como alternativas ao uso de absorventes descartáveis: coletores menstruais, calcinhas absorventes e absorventes de panos.
Vamos conferir mais sobre cada um deles:
Essa é uma solução muito prática, já que estamos falando de nada mais que um copinho de silicone medicinal que é muito fácil de ser lavado e que pode ser usado por até 12 horas.
Esses ‘copinhos de silicone’ surgiram no Brasil há um tempo e além de ser uma ótima solução para substituir o absorvente descartável e assim gerar menos lixo, também são ótimos já que não fazem ‘bagunça’ ao colocar, retirar ou até mesmo quando você precisar ir ao banheiro durante o dia (pessoas que menstruam sabem do que estou falando
). Se você quiser conhecer mais sobre como se utiliza, clica aqui que a inciclo tem um conteúdo muito bom sobre isso no site deles!
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Além da inciclo que já mencionamos, outras marcas que comercializam esses copinhos super práticos são a Fleurity e a Korui.
Essas calcinhas super high-techs, são exemplo de conforto e praticidade (e também são a minha principal escolha na substituição de absorventes descartáveis
). Já tem inúmeras marcas no mercado com diferentes formatos, estampas, valores e adaptadas, também, para diferentes fluxos.
A Pantys, por exemplo, (confesso que é minha favorita) é hipoalergênica, vegana e dura até 50 lavagens. Após esse período a calcinha vai perdendo a capacidade absorvente, mas você ainda pode usar ela como uma calcinha normal. Quando a ‘vida útil’ dessa calcinha terminar de fato, você pode jogar ela no lixo, porque graças a tecnologia do seu tecido ela se decompõe no aterro sanitário em até 2 anos. Se você quiser saber mais detalhes lê aqui no site deles.
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Mas, podemos calcular assim: em um ano nós (cada uma de nós, no caso) gastamos cerca de 500 absorventes descartáveis que equivalem a R$400 e 4000g de lixo. Então, se você lavar sua Pantys 4 vezes por mês durante um ano, você ainda vai estar economizando dinheiro e deixando de gerar lixo e poluir o meio ambiente. 
Mais uma coisa que vale a pena salientar aqui: a comunicação deles é muito boa. Eles conseguem trabalhar com todos os públicos, desde a primeira menstruação até com mães e por aí vai. Além disso, a marca já conta com parcerias com a Sempre Livre, onde tem uma calcinha com um custo mais baixo (eu tenho e recomendo!) e com a Farm, onde a marca desenvolveu calcinhas muito lindas!
Outra marca que está bastante na mídia é a Herself. Apresenta todas as vantagens da Pantys. A única coisa que a marca não especifica (ou eu não encontrei) é sobre a sua decomposições após a sua vida útil.
Eu, particularmente, gosto muito como essa marca trabalha a comunicação, com corpos de pessoas reais e questionando muitas coisas relacionadas a menstruação.
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Além disso, tem outras marcas no mercado que oferecem essas calcinhas super tecnológicas, como é o caso da Korui e da InCiclo.
Confesso que esses eu nunca testei. Mas, algumas marcas que comercializam aqui no Brasil são: Korui (sim, de novo! a marca tem uma solução completa para nós), a inciclo e a Herself.
Pelo que entendi, a tecnologia aplicada a esses absorvente é bem próxima a das calcinhas que falamos acima. Uma vantagem em relação a elas é que podemos trocar os absorventes de maneira mais prática. Por exemplo, se você estiver usando uma calça durante o dia no escritório, é mais fácil trocar apenas o absorvente do que a calcinha, não é?
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Enfim, apresentamos aqui três soluções que podem ser uma ótima substituição aos absorventes descartáveis tradicionais. Tudo que você precisa agora é entender qual deles se adequa melhor ao dia a dia e ir testando.
Eu, por exemplo, já utilizo o coletor e a calcinha absorvente. Cada um deles em determinadas situações. Por exemplo: se eu sei que vou ficar fora por mais de 12 horas e será difícil trocar a calcinha, eu utilizo o coletor. Nos demais casos utilizo a calcinha, que inclusive tenho mais de uma para ir revezando e ter tempo suficiente de lavar e deixar secar.
Finalmente, vale lembrar que nenhuma das soluções apresentadas acima te deixam com a sensação de estar molhada ou com odor. Preocupações frequentes quando se trata desse assunto.
O que você achou desse conteúdo? Está a fim de testar algum desses itens apresentados? Conta pra gente!
O post Menstruação mais ecológica: substitua os absorventes descartáveis apareceu primeiro em Seja Criativo.
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