
Está tornando-se cada vez mais comum a ausência de fios em muitos dispositivos. Inicialmente, os fones de ouvido foram perdendo os fios e agora o mesmo processo está se intensificando com os carregadores dos smartphones. O carregador sem fio para celular já está tornando-se muito comum entre os sujeitos. Hoje, smartphones como o próprio iPhone […]
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Está tornando-se cada vez mais comum a ausência de fios em muitos dispositivos. Inicialmente, os fones de ouvido foram perdendo os fios e agora o mesmo processo está se intensificando com os carregadores dos smartphones. O carregador sem fio para celular já está tornando-se muito comum entre os sujeitos. Hoje, smartphones como o próprio iPhone 13 e Galaxy S21 funcionam com a tecnologia.
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Além disso, é importante destacar que algumas das maiores fabricantes de celulares do mundo disponibilizam carregadores sem fios. Em uma, a Xiaomi, por exemplo, oferece o Mi 20w, enquanto a Samsung faz a oferta de um dispositivo que foi batizado de slim e a Apple dispõe para os usuários do sistema iOS o Magsafe.
Em suma, o carregador sem fio, também conhecido como carregador por indução, é um dispositivo que é capaz de recarregar a bateria do seu smartphone somente com o contato, sem precisar de um fio. Para isso, basta somente encostar o seu smartphone na base do carregador por indução em sua base carregadora para que a energia comece a ser transferida. Nesse sentido, mesmo em uma ferramenta um tanto futurista, o conhecimento da tecnologia de indução magnética já existe há um tempo significativo, desde o ano de 1831, quando foi descoberta pelo físico e químico britânico Michael Faraday.
Desse modo, de acordo com a teoria, o processo de funcionamento é bastante simples quando traduzido a uma linguagem mais acessível, não acadêmica. Em suma, a base do carregador, nesse caso o transmissor, possui uma bobina que possui a capacidade de gerar uma corrente no campo magnético próximo. Dessa forma, quando um smartphone é compatível com a tecnologia, no caso o receptor, encosta nesse campo magnético, a carga é dissipada no ar produzindo uma corrente elétrica que é capaz de recarregar o smartphone, que também possui uma bobina.
Acesse aqui alguns carregadores sem fio:
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Hoje queremos ter uma conversa sobre tecnologia com a galera 25+ aí. Vocês lembram, nem que seja um pouco, de como era a vida no início desse século e milênio? No mínimo bem diferente do que estamos vivendo hoje, não é? Por isso trouxemos aqui, para relembrar, alguns eletrônicos que eram muito populares nos anos […]
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Hoje queremos ter uma conversa sobre tecnologia com a galera 25+ aí. Vocês lembram, nem que seja um pouco, de como era a vida no início desse século e milênio? No mínimo bem diferente do que estamos vivendo hoje, não é? Por isso trouxemos aqui, para relembrar, alguns eletrônicos que eram muito populares nos anos 2000 e que a GenZ talvez nem saiba o que é (triste, rsrs).

Há um tempo , ainda em 2020 mas quando ainda podíamos nos aglomerar, uma amiga minha chegou em uma festa com uma câmera digital. E então eu percebi como isso era tão popular nos anos 2000. Vocês lembram?
Eu não esqueço da revolução que foi a câmera digital. Podíamos ver as fotos no mesmo momento em que elas foram tiradas. E claro, a gente não precisava mais revelar as fotos também. Além disso, ela estava presente em todos os encontros de família, festas com amigos e até passeios no parque.

Para quem não lembra ou simplesmente não sabe por não ter vivido essa época, antigamente, no início do nosso século os computadores não vinham com câmeras acopladas. *um minuto de silêncio para digerir essa informação*
Nesse caso, para conversar com alguém por vídeo, já que os programas de mensagens começaram a ter essa função (pelo menos a internet já existia, ufa!) era necessário comprar um dispositivo que era plugado no computador: a webcam.
Claro que elas ainda existem hoje, focadas no público mais profissional que busca uma melhor qualidade de imagem. Mas nos anos 2000, meus amigos, essa era a única opção.

Sem dúvida, que quem não teve quis ter esse item super revolucionário que tornava possível levar suas músicas para onde você quisesse. Afinal, ele era compacto, cabia no bolso mesmo.
Esses dispositivos eram uma versão (bem mais) barata ao Ipod, que foi lançado em 2001, antes mesmo do Iphone. E só para deixar bem claro, as funções eram todas feitas por interface mecânica, entre outras palavras, botões mesmo. Mas a segunda versão do Ipod já chegou com tela sensível ao toque.

Me arrisco a dizer que o netbook é o pai do tablet. Ele surgiu como uma opção mais compacta e leve em relação aos notebooks. Ou seja, era uma opção para quem queria mais praticidade para transporte, visto que os notebooks da época também eram bem mais robustos.
Os netbooks tinham tela de aproximadamente 10 polegadas e não tinham drive óptico o que já economizada um bom espaço. Claro que o desempenho deles não era lá muito bom, já que contavam com processadores mais modestos.

Televisor de tubo de 29″
Você sabia que há alguns anos era necessário duas pessoas adultas, fortes e saudáveis para carregar um televisor de 29″? Isso mesmo, nos 2000 quando as TVs eram de tubo elas chegavam a pesar 37 kgs. Sem falar na imagem quadrada em proporção 4:3.
Hoje em dia os televisores são muito mais leves, ainda bem! Eu, por exemplo, consigo carregar sozinha uma TV de 50″.
Conclusão
Às vezes é bom revisitarmos esses itens do passado para lembrar que: 1) tudo passa. 2) a gente evolui. Desde o início do nosso século e sim, milênio, se passaram 20 anos e muita, mas muita coisa já mudou.
Qual desses itens dos anos 2000 você tinha?
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Profissionais criativos possuem seus adjetivos e predicados, sejam eles positivos ou negativos. Contudo, no caso de Steve Jobs não seria diferente. Confira a alguns motivos que nos fizeram analisar STEVE JOBS: gênio ou idiota. Antes de mais nada, Jobs construiu sua reputação com uma geração de empreendedores de garagem, ajudando a construir o que conhecemos […]
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Profissionais criativos possuem seus adjetivos e predicados, sejam eles positivos ou negativos. Contudo, no caso de Steve Jobs não seria diferente. Confira a alguns motivos que nos fizeram analisar STEVE JOBS: gênio ou idiota.
Antes de mais nada, Jobs construiu sua reputação com uma geração de empreendedores de garagem, ajudando a construir o que conhecemos hoje como o Vale do Silício.

Evidente que existem muitos méritos e pontos positivos para Jobs ao longo da sua carreira.
No livro A cabeça de Steve Jobs de Leander Kahney o jornalista que acompanhou por anos a carreira de Steve Jobs relata que o revolucionário e criativo profissional era um poço de contradições.
Considerado um líder notável por tudo que fez, assim como, Jobs também era dono de um temperamento absurdo, com acessos de raiva e forte impulsividade.
Em seu discurso amplamente difundido, Jobs dizia abertamente a todos, principalmente aos seus colaboradores que “queria deixar uma marquinha no universo” assim como “trabalhar com paixão para tornar o mundo um lugar melhor”.
Muitos funcionários e clientes realmente acreditam que a Apple e na cultura do design, da liderança criativa de mercado, no poder de lançar tendências e explorar novos mercados.
Na Apple, a cultura da empresa emana do espírito de Jobs, tanto que no desenvolvimento do primeiro Mac a equipe envolvida trabalhou por mais de 90 horas por semana e adorava isso. Mas como uma coisa dessas pode acontecer? Por uma visão e a motivação de fazer algo diferente.
Jobs cutucava no ego e engajava suas equipes com discursos motivadores, dizia aos colaboradores que eles eram artistas, fundindo tecnologia com cultura. E ele os convencia que estavam diante de uma rara oportunidade de mudar a cara da informática e que eram privilegiados por serem protagonistas disso.
Conforme entrevista do co-fundador da Apple na revista Macworld em 1984: “sentimos que esta pode ser a melhor coisa que faremos em nossas vidas”.

É sabido que Jobs era extremamente exigente com os seus subordinados diretos, cobrando alto nível e desempenho de todos nos projetos.
Se alguém não obtivesse êxito instalava-se o reinado de terror, ou seja, existia a constante preocupação e o medo de perder o emprego, ou seja, em um dia você salva o escritório com suas ideias geniais e no outro você se torna desprezível por alguma falha que tenha cometido.
Existem relatos de que Jobs desestabilizava emocionalmente alguns dos seus colaboradores, com gritos para chamar atenção perante toda equipe, assim como ameaças de demissão em elevadores ou mesmo em dias onde o criativo não estava de bom-humor.
Esse fenômeno cancerígeno nos ambientes corporativos é conhecido como a montanha-russa do herói e do idiota.
Em meio a essa dicotomia de comportamentos, Jobs possuía um característica de intimidador. Segundo o psicólogo social Roderick Kramer (veja estudo completo aqui), os grandes intimidadores inspiram as pessoas através do medo e da intimidação, mas não são tiranos por isso. Eles podem ser comparados a figuras paternas, que inspiram as pessoas por meio do medo, mas também pelo desejo de agradar.
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