
Aprenda a construir uma estratégia de marketing certeira com a Geração Z
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O mercado está em constante evolução e as marcas precisam se adaptar rapidamente para se conectarem com diferentes gerações que estão ativas economicamente. Uma das principais gerações em foco atualmente é a Geração Z, nascida entre 1995 e 2010.
Mas como construir uma estratégia de marketing assertiva para esse público tão específico e influente? Vamos explorar as principais dicas e insights compartilhados por Renan Cardarello, CEO da iOBEE, sobre como se destacar e conquistar a atenção da Geração Z.
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Uma das características marcantes da Geração Z é o seu interesse por causas sociais e preservação ambiental. Segundo uma pesquisa do Google intitulada “Família, Futuro e Diversão: conheça as portas de acesso para a Geração Z”, 85% dos entrevistados da Geração Z demonstraram interesse em causas sociais. Portanto, as marcas que apresentam missões, valores e objetivos alinhados com aspectos sociais têm maior chance de atrair a atenção e o engajamento desse público.
Para se conectar com a Geração Z, é essencial que as marcas tenham propósito e se posicionem de forma clara em relação a causas sociais e ambientais. Isso não só atrai a atenção desse público engajado, mas também fortalece a imagem da marca e gera confiança.


Vivemos na era do Marketing 5.0, onde a personalização de anúncios já é uma prática consolidada e essencial para alcançar o público-alvo de forma eficiente. A personalização e segmentação de anúncios pagos são fundamentais para garantir que a mensagem certa chegue ao público certo, especialmente em um cenário onde múltiplas gerações estão ativas e entrelaçadas.
Para alcançar a Geração Z de forma eficaz, é importante:


Uma pesquisa realizada pela American Psychological Association identificou que o tempo médio de concentração das pessoas diminuiu de 72 segundos em 2004 para 40 segundos atualmente. Diante desse cenário, os vídeos no formato short e o conteúdo gerado pelos usuários (UGC) têm ganhado cada vez mais popularidade entre a Geração Z.
Os micro influenciadores têm se mostrado uma forma estratégica e eficaz de alcançar a Geração Z. Conteúdos autênticos criados por esses influenciadores têm maior chance de serem aceitos e compartilhados pelos seguidores, gerando engajamento e conversão.


A Geração Z cresceu cercada de tecnologias em evolução e possui uma grande versatilidade no que diz respeito à integração do mundo virtual com o mundo real. Essa geração utiliza o funil full journey em seu processo de decisão de compra, realizando uma análise detalhada antes de efetuar a conversão.
Para se conectar efetivamente com a Geração Z, as marcas precisam adotar uma estratégia omnichannel e estar presentes em todos os pontos de contato relevantes, como pesquisas no Google, Instagram da loja, YouTube e sites de concorrentes.
Para construir uma estratégia de marketing assertiva e se conectar efetivamente com a Geração Z, as marcas precisam:
Seguindo essas dicas e insights compartilhados por Renan Cardarello, as marcas podem criar campanhas mais eficazes e se destacar em um mercado competitivo e em constante evolução.
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Entenda as dificuldades de trabalhar com a Geração Z que não lida bem com opiniões contrárias e como isto impacta no ambiente de trabalho
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A Geração Z, composta por aqueles nascidos entre 1995 e 2010, tem sido objeto de análise e debate, especialmente quando se trata de sua abordagem no ambiente de trabalho e suas habilidades de comunicação.
Recentemente, Alex Mahon, CEO do Channel 4, um canal de televisão britânico, levantou uma questão intrigante: a aparente dificuldade da Geração Z em discordar e debater eficazmente com pessoas que possuem opiniões diferentes das suas. Vamos explorar mais profundamente essa questão e entender os desafios que essa geração enfrenta.
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Uma das preocupações levantadas por Alex Mahon é a relutância ou incapacidade da Geração Z em discutir e discordar de forma eficaz. Ela sugere que o consumo de conteúdo rápido, especialmente em plataformas como TikTok e Instagram, pode estar criando um ambiente onde os jovens estão menos expostos a perspectivas divergentes. Isso pode levá-los a viver dentro de “bolhas de eco”, onde suas próprias opiniões são constantemente reforçadas, sem espaço para o debate saudável.
É crucial contextualizar essa análise considerando os eventos recentes, como a pandemia. A Geração Z enfrentou interrupções significativas em sua educação devido à pandemia, o que pode ter influenciado sua forma de interagir e absorver informações. A transição abrupta para o ensino online e a falta de interações presenciais podem ter impactado negativamente suas habilidades de comunicação interpessoal e capacidade de lidar com opiniões divergentes.
Outro fator a ser considerado é a natureza viciante e algorítmica das redes sociais. As plataformas tendem a direcionar os usuários para conteúdos semelhantes aos que já consomem, reduzindo a exposição a ideias diversas. Isso pode criar um ciclo em que os jovens são menos propensos a se engajar em debates construtivos e a considerar pontos de vista diferentes.
Pesquisas, como a encomendada pelo Channel 4, sugerem que os jovens de hoje podem ser menos tolerantes às opiniões dos outros do que as gerações anteriores. Essa falta de tolerância pode ser problemática em um mundo cada vez mais diversificado, onde a capacidade de colaborar e debater é essencial. No entanto, é importante não generalizar, pois cada indivíduo é único, e muitos jovens da Geração Z estão comprometidos em promover a diversidade de pensamento.
Além dos desafios na esfera da comunicação, a Geração Z também enfrenta questões no ambiente de trabalho tradicional. Sua abordagem à carreira muitas vezes difere das gerações anteriores. Eles valorizam a flexibilidade, a diversidade e a inclusão no local de trabalho, e podem não se encaixar perfeitamente nas estruturas rígidas de emprego do passado.
Apesar dos desafios, a Geração Z traz consigo uma série de habilidades e perspectivas únicas que podem enriquecer nossa sociedade de maneiras inesperadas. Eles são nativos digitais, ágeis na adoção de novas tecnologias e têm um profundo senso de justiça social. Essas características podem ser ativos valiosos em um mundo em constante evolução.
É essencial compreender que cada geração enfrenta desafios e oportunidades únicos. Em vez de rotular a Geração Z como incapaz de debater ou lidar com opiniões divergentes, devemos reconhecer os fatores que contribuem para essas questões e apoiar seu crescimento pessoal e profissional. Ao fazê-lo, podemos colaborar para criar um ambiente em que todas as gerações possam aprender uns com os outros e prosperar juntas.
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Não é novidade para ninguém que todo ano que passa, a última sexta-feira do mês de novembro (Black Friday) faz com que todos os comerciantes e consumidores do mundo todo cheguem à loucura com a quantidade de promoções que costumam ocorrer, queimando estoques de milhares de lojas pelo globo todo. De fato, nessa época, existe […]
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Não é novidade para ninguém que todo ano que passa, a última sexta-feira do mês de novembro (Black Friday) faz com que todos os comerciantes e consumidores do mundo todo cheguem à loucura com a quantidade de promoções que costumam ocorrer, queimando estoques de milhares de lojas pelo globo todo. De fato, nessa época, existe uma grande oportunidade para as empresas conseguirem fechar o seu ano com chave de ouro. No entanto, para que essa movimentação seja feita com êxito, é preciso ter campanhas que consigam atingir determinados públicos-alvo. E é disso que vamos falar hoje.
Com uma leve observação acerca do mercado e das projeções que o englobam, nitidamente percebe-se que a geração Z está conquistando o mercado. Isso ocorre por diversos fatores, sendo estes: terem mais liberdade, abertura e coragem de conhecer o novo, sair da zona de conforto com mais tranquilidade e focar nos seus conceitos. Inclusive, hoje, a maior parte das empresas está ganhando um reconhecimento gigantesco nos setores de marketing digital devido ao auxílio e a prestação de serviços desses nativos digitais.
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Além disso, de acordo com os dados da empresa de consultoria, McKinsey, mostra que somente no território brasileiro, a Geração Z, os nascidos entre 1995 e 2010, representam cerca de 20% da população, mais precisamente cerca de 23 milhões de jovens e jovens adultos que se encontram ligados ao mundo digital.
Além disso, em uma pesquisa que foi feita com sujeitos da geração Z, a serem questionados “de onde você tira ideias de compras para a Black Friday?”, obteve-se as seguintes respostas: Social media (63%), visitas ao site da marca (58%), e-mails marketing (43%), Pesquisas no Google (42%) e Recomendações de Influenciadores (27%).
De acordo com Paulo Leocadio, CEO da Taruman, Agência de Marketing Digital, “Eles possuem fácil acesso a todo tipo de informação e vão em busca de um produto, buscando justamente o que eles querem, campanhas com mais autenticidade e personalização.
Podemos dar, claramente, um exemplo das campanhas temporárias dentro das empresas, como o setembro amarelo: milhares de empresas falam sobre o assunto, mas quando termina o mês de setembro, esse assunto simplesmente desaparece.
Só que para essa geração, é perceptível essa importância de temas que expressam uma causa e muitas vezes deixam de consumir ou acompanhar uma marca quando acontece uma ação que se perde ou que desvaloriza um conceito”.
Além disso, Caio Damasceno, COO da Taruman, comentou que “muitos gestores acabam perdendo clientes por demorarem a entender qual o desejo e a demanda do seu público e não observarem que tudo está mudando constantemente nos dias de hoje. E que além de grande parte de seus clientes serem geração Z, o ideal é ter dentro da empresa alguns integrantes nessa faixa etária para acompanharem as tendências”.
Ao que tudo indica, as melhores formas de abordar a Black Friday é construir abordagens metodologias de marketing que operem através das mídias sociais, acompanhando as tendências que a internet vem ditando nesse período, uma vez que as tendências hoje alteram-se com muito mais fluidez e frequência.
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