
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil, tem se mostrado cada vez mais popular entre os consumidores brasileiros. Com a facilidade de transferir dinheiro de forma rápida e segura, muitos já aderiram ao novo método de pagamento. No entanto, uma das limitações do sistema é a impossibilidade de parcelar compras. Recentemente, […]
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O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil, tem se mostrado cada vez mais popular entre os consumidores brasileiros. Com a facilidade de transferir dinheiro de forma rápida e segura, muitos já aderiram ao novo método de pagamento. No entanto, uma das limitações do sistema é a impossibilidade de parcelar compras.
Recentemente, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, teve uma conversa com o Banco Central sobre a possibilidade de parcelamento de compras através do Pix.
Segundo Haddad, a ideia seria permitir que os consumidores possam parcelar suas compras em até 12 vezes, com juros mais baixos do que as taxas praticadas pelos cartões de crédito.
Essa medida pode ser uma grande vantagem para os consumidores que precisam realizar compras de maior valor, mas não têm o dinheiro disponível no momento. Com o parcelamento via Pix, seria possível realizar a compra sem a necessidade de um cartão de crédito, evitando assim os altos juros e taxas que geralmente são cobrados.
Além disso, a implementação do parcelamento via Pix também pode ser uma grande oportunidade para os comerciantes, que poderiam aumentar suas vendas ao oferecer mais uma opção de pagamento para seus clientes.
Vale ressaltar que a ideia ainda está em fase de discussão e não há uma previsão para a implementação do parcelamento via Pix. No entanto, é uma medida que pode trazer grandes benefícios tanto para os consumidores quanto para os comerciantes.
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O Pix já é um grande sucesso no Brasil e, com a possibilidade de parcelamento de compras, tem tudo para se tornar ainda mais popular. O Banco Central está sempre buscando maneiras de melhorar o sistema de pagamentos do país e essa pode ser mais uma grande iniciativa para facilitar a vida dos brasileiros.
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Em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Frente Parlamentar Mista do empreendedorismo, debateu sobre a comercialização de produtos asiáticos para o Brasil sem taxação. O assunto deve-se a empresas como AliExpress, Shein e Shopee e que apresentam valores mais baixos de mercadorias. Os parlamentares chamam essa negociação de contrabando digital, e […]
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Em uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a Frente Parlamentar Mista do empreendedorismo, debateu sobre a comercialização de produtos asiáticos para o Brasil sem taxação. O assunto deve-se a empresas como AliExpress, Shein e Shopee e que apresentam valores mais baixos de mercadorias.
Os parlamentares chamam essa negociação de contrabando digital, e afirma que o comércio brasileiro sofre prejuízos devido à baixa procura dos consumidores. De acordo com o deputado Marco Bertaiolli, esse tipo de empresa utiliza táticas para evitar a taxação, como dividir a encomenda em diversas embalagens.
“Ela manda cinco pacotes, um com casa camiseta, para estar abaixo do valor que é taxado, de US$ 50. Mesmo assim, quando passa de US$ 50, o valor da nota fiscal vem subfaturado”, disse o deputado.
Os empresários reclamam sobre a entrada desenfreada de compras desse tipo no Brasil, que segundo os dados apresentados por Bertaiolli, são mais de 50 mil pacotes de produtos da China entrando todos os dias no país.
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Com isso, os empresários apontam que o governo tem pedido muito dinheiro em impostos na falta de taxação desse tipo de compra. No governo Bolsonaro o assunto já havia sido discutido, e em março do ano passado a Receita Federal chegou a tentar dificultar esse tipo de compra por meio de uma Medida Provisória.
Entre os empresários envolvidos na pressão para aumento da taxação em compras da China, estão Luciano Hang, da Havam, e Alexandre Ostrowiecki, da Multilaser.
Apesar da pressão dos empresários e da medida apresentada pela Receita Federal, ainda não há avanço para que ela seja aprovada. Se um dia for, o preço dos produtos online do exterior deve sofrer um aumento de até 60%.
Esse aumento equipararia o preço do mercado exterior com o nacional, e tiraria a vantagem destas plataformas sobre os produtos vendidos por aqui, obrigando os brasileiros a considerarem o mercado nacional.
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