
Os pais de estudantes também serão beneficiados com esta medida, saiba tudo sobre isto!
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No início desta semana, o governo do Pará anunciou iniciativas pioneiras na área da educação que prometem trazer impactos significativos para estudantes e servidores públicos do estado. Sob a coordenação da Secretaria da Educação, os programas “Bora Estudar” e “Escola que Transforma” foram lançados com a missão de elevar os padrões educacionais e melhorar a qualidade de vida de todos os envolvidos.
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Uma das principais novidades é o programa “Bora Estudar”, que prevê a distribuição de um auxílio de R$ 10.000 para o melhor estudante de cada turma nas escolas públicas do Pará. Esse auxílio é acompanhado por um projeto complementar chamado “Meu Lar”, que tem como objetivo auxiliar os pais desses alunos na aquisição de materiais de construção para melhorias em suas residências.
A magnitude desse programa é notável, com a expectativa de atender cerca de 19 mil estudantes em todos os 144 municípios paraenses. Na manhã de segunda-feira, o governador Helder Barbalho formalizou a criação desses projetos em uma cerimônia realizada no auditório da Seduc.
O governador Barbalho enfatizou que o programa “Bora Estudar” reconhece e valoriza o esforço dos estudantes por meio de incentivos financeiros, enquanto o projeto “Meu Lar” contribui para melhorar as condições de vida das famílias dos estudantes premiados.

No entanto, para se qualificarem para esse auxílio, os estudantes devem cumprir metas específicas relacionadas às suas notas. Para o 5º ano do ensino fundamental, a média requerida é de 5,7. Já para o 9º ano, os alunos devem atingir a marca de 4,7. No terceiro ano do ensino médio, a média mínima é de 4,0.
O programa também valoriza os profissionais da educação. Aqueles que atingirem as metas estabelecidas receberão uma bonificação equivalente a 100% do seu salário. Isso não apenas reconhece o empenho dos educadores, mas também cria um ambiente propício para melhorias contínuas na qualidade do ensino.
Os programas “Bora Estudar” e “Escola que Transforma” representam um investimento considerável na educação do Pará, com um total de R$ 350 milhões destinados a essas iniciativas. Para sua implementação, os projetos passarão por um processo legislativo na Assembleia Legislativa (Alepa), onde serão avaliados e aprovados pelos deputados.
O governo do Pará está escrevendo um novo capítulo na história da educação do estado com programas inovadores que visam melhorar a qualidade da educação e a vida dos estudantes e de seus pais. A criação do “Bora Estudar” e do “Escola que Transforma” demonstra um compromisso sólido com a educação, incentivando o desempenho acadêmico e valorizando os profissionais que moldam o futuro da juventude paraense.
Com essas iniciativas ambiciosas, o Pará está no caminho certo para alcançar níveis superiores no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e proporcionar um futuro brilhante para sua comunidade educacional.
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Estudantes estão usando ferramentas de inteligência artificial para aprender mais
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O estudo, desenvolvido em parceria com o Educa Insights, aponta ainda que 70% dos estudantes já ouviram falar em IA
Um novo estudo realizado pelo Google, em parceria com a Educa Insights, aponta que 70% dos estudantes brasileiros já ouviram falar sobre Inteligência Artificial, e 3 em cada 10 já utilizaram ferramentas com a tecnologia. A pesquisa ainda aponta que a perspectiva dos estudantes com o desenvolvimento da tecnologia é bastante positiva: 86% acreditam que a IA será eficaz ou muito eficaz na resolução das dúvidas e problemas, enquanto 10% afirmam ainda não saber, e 4% acreditam que será pouco eficaz na resolução de dúvidas e problemas.
Quando perguntados sobre os pontos mais favoráveis da IA no ensino, os entrevistados afirmam que é justamente o acesso à informação, enquanto o mais negativo seria a falta de interação humana.
E o recado é bastante claro: é esperado, pela maior parte dos estudantes, que as instituições de ensino contem com recursos e tecnologias de ponta – 73% consideram importante que invistam em novas tecnologias, como Inteligência Artificial.
“Acompanhar a tecnologia e seus avanços nunca foi tão importante, mas essencial mesmo (e melhor ainda) é podermos torná-la nossa aliada e fazê-la trabalhar ao nosso favor. Pensando no futuro da educação, podemos dizer que a Inteligência Artificial vai ser o novo hack de aprendizagem. Isso porque, se analisarmos, nós já buscamos as informações que precisamos no YouTube, por exemplo. A diferença é que agora podemos dar o contexto e ter nosso tempo e esforços cada vez mais otimizados.“ afirma Thais Melendez, líder de insights para o segmento de Educação do Google no Brasil.
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Segundo a pesquisa do Google com a Educa Insights, os brasileiros estão cada vez mais conectados inclusive na hora de aprender: cursos com alguma carga horária à distância, considerando EAD e semipresencial, já são os preferidos em diferentes modalidades de ensino: graduação (64%), pós-graduação (75%), cursos livres (75%) e idiomas (63%). Além disso, o modelo híbrido é o preferido para 40% dos entrevistados interessados em ingressar numa graduação nos próximos 12 meses– aumento de 15 pontos percentuais em relação a 2022.
O estudo ainda revela a vontade dos brasileiros em estudar nos próximos 12 meses: a partir de uma estimativa que considera o percentual de respondentes e a população brasileira, a Educa Insights estima que 6,5 milhões de brasileiros tenham interesse em cursos livres; 3,9 milhões em realizar uma graduação e 1,1 milhão uma pós-graduação, o que revela um enorme potencial para o mercado de educação no país.
Outro ponto que reforça a alta demanda é o crescimento das buscas no Google: no primeiro trimestre de 2023, as buscas sobre pós-graduação cresceram 13% em relação ao mesmo período do ano passado – no caso dos cursos livres, a alta foi de 8% e para a graduação, 7%. Confira, abaixo, alguns dos crescimentos registrados no volume de buscas no Google a respeito de cursos e suas diferentes modalidades:
“Quem está planejando estudar já conhece o presencial, passou pela experiência de estudar à distância durante a pandemia e agora opta pelo melhor dos dois mundos no modelo semipresencial”, comenta Melendez. “O mercado de trabalho está cada vez mais exigente e irá demandar mais requalificações das pessoas. A única forma de acompanhar é continuar estudando” completa a executiva.
Outro destaque da pesquisa do Google com a Educa Insights é a massiva preferência pelo uso do celular para buscar opções de educação. O estudo aponta que 38% das pessoas que querem estudar nos próximos 12 meses prefeririam se inscrever no vestibular ou matricular utilizando um aplicativo.
Indo mais a fundo para entender quem são os brasileiros que responderam ter interesse em estudar nos próximos 12 meses, a Educa Insights chegou a três perfis de estudantes: os que estão formação inicial, os que seguem a formação continuada e os chamados lifelong learners, ou seja, aqueles que continuam estudando ao longo da vida.
Analisando os perfis, além dos diferentes interesses em cada vertical de ensino, a pesquisa comprova também o interesse dos brasileiros por formações alternativas, como Cursos Livres.
“Só a faculdade já não dá conta de atender a imensa lista de habilidades, como inglês, programação e soft skills (habilidades comportamentais) que o mercado de trabalho exige. Por isso que, quando perguntamos aos estudantes, vemos que há muita interdisciplinaridade dentro dos interesses e objetivos buscados. Quem faz uma graduação também quer fazer um curso livre, quem está na pós também busca um idioma, e o mesmo acontece com quem quer fazer um curso livre”, acrescenta Melendez.
A pesquisa entrevistou cerca de mil estudantes de todo o Brasil durante o mês de maio deste ano por meio de questionários online.
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