
Como as redes sociais estão reinventando a autoajuda Conteúdos motivacionais, de autoajuda, com layout chamativo e centenas de milhares de compartilhamentos. Pois bem, acabamos de descrever o que é cada vez mais comum nas redes sociais. Já faz um tempo que o mercado digital tem visto um aumento significativo de estúdios e agências que fazem […]
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Conteúdos motivacionais, de autoajuda, com layout chamativo e centenas de milhares de compartilhamentos. Pois bem, acabamos de descrever o que é cada vez mais comum nas redes sociais. Já faz um tempo que o mercado digital tem visto um aumento significativo de estúdios e agências que fazem conteúdos independentes. Logo, esses conteúdos são sobre bem-estar e autocuidado, somados a um leve toque de ativismo e cultura pop também.
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Antes de mais nada, vale lembrar que toda essa movimentação vem sendo mais notada no Instagram. Afinal, lá é onde podemos ver vários posts com esse tipo de conteúdo. Contudo, podemos também destacar a estética e comunicação desses posts. Nesse sentido, ilustrações chamativas, colagens e mensagens que se alimentam de referências da área da psicologia, sociologia e empreendedorismo são bem comuns.
Desse modo, conseguimos ver muitas páginas ganhando engajamento para quem é do público millennial e a geração Z. Como resultado disso, grandes marcas têm notado essas páginas. Confira abaixo alguns perfis com essas características.
Antes de seguirmos, para quem não sabe, a geração Millennial é composta de pessoas que nasceram entre o ano de 1981 até aproximadamente 1995. Já para geração Z são os nascidos entre 1996 a 2010.
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Dentre os perfis que se destacam com esse conteúdo, podemos citar a Obvious Agency. A empresa nasceu em 2015 com o objetivo executar alguns projetos diretos para marcas.
Primeiramente, a página no Instagram tinha como objetivo ser somente o portfólio da empresa. No entanto, o conteúdo foi crescendo de forma orgânica até chegar a atingir a casa dos quase 500 mil seguidores. Atualmente, o principal conteúdo abordado na página trata sobre empoderamento feminino.
“Nós tínhamos como objetivo de mudar a forma de publicidade por meio de nossa linha editorial, onde queríamos produzir conteúdos que a narrativa fosse sobre a felicidade feminina, sendo uma forma também de nos posicionarmos no mercado de moda e beleza”, disse a publicitária e fundadora da Obvious Agency, Marcela Ceribelli.
Após perceber o sucesso da página, a agência começou a ter um posicionamento adicional em forma de revista digital. Temas sobre autoconhecimento, auto aceitação e a liberdade da mulher fazem parte das edições da revista. Ainda, todo conteúdo é produzido por um grupo de mulheres. Além da equipe fixa da companhia, que conta com influenciadoras, ilustradoras e também designers.
Por fim, a Obvious também aposta em podcasts e webséries originais da agência com o intuito de se diferenciar no mercado.
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Sob o mesmo ponto de vista, outras duas páginas cresceram muito trazendo conteúdos de bem estar foram a Contente.vc e Instamission. Ambas são da agência Contente e cada uma possui ao menos 60 mil seguidores. Logo, assuntos como equilíbrio entre profissão e vida pessoal e bem estar digital são apresentados em artes muito bem construídas.
Assim, as páginas presenciaram um crescimento muito grande durante a pandemia. Em suma, um aumento de cerca de 92% na audiência e 113% em interações.
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Da mesma forma que a demais páginas, essa também fala sobre o universo feminino e bem-estar. Eles se identificam como uma plataforma de saúde emocional, liberdade financeira e autoestima para mulheres.
Além disso, o trabalho do Free Free acontece também offline. Por meio de eventos, workshops, entre outros. Contudo, eles trabalham para fortalecer a presença digital e trazer, cada vez mais, conteúdos acessíveis a todos. Nesse sentido, trazer o debate sobre padrões estéticos, empreendedorismo, maternidade, entre outros assunto do universo feminino é o que a página faz. Inclusive, faz muito bem, utilizando recursos de design e comunicação.
Então, o que você achou desse artigo? Comente, compartilhe esse conteúdo e nos siga no Instagram, Facebook e Spotify. Dessa forma você poderá acompanhar todas as novidades sobre o mundo da criatividade!
Fonte: Karina Balan Julio / Meio&Mensagem
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De acordo com dados do IBGE, no Brasil há 9,3 milhões de mulheres a frente de negócios. No ano passado o número de micro e pequenas empresas abertas por mulheres foi 40% maior do que no ano anterior (2019), de acordo com o G1. Isso faz com o que o país fique em 7 º […]
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De acordo com dados do IBGE, no Brasil há 9,3 milhões de mulheres a frente de negócios. No ano passado o número de micro e pequenas empresas abertas por mulheres foi 40% maior do que no ano anterior (2019), de acordo com o G1. Isso faz com o que o país fique em 7 º no ranking mundial com mais empreendedoras no mundo. Além disso, encontramos no Instagram diversos perfis que encorajam o empreendedorismo feminino. Essa tendência de apoio a outras mulheres tem impactado o fortalecimento feminino de maneira global. De forma positiva, é claro. E, para ficarmos ainda mais por dentro desse assunto, trazemos aqui dicas de 5 podcasts sobre mulheres de empreendedorismo feminino para você ouvir já!
Antes, porém, precisamos deixar claro que o universo de empreendedorismo feminino não é só de glórias, pois há sim, muitas lutas. Afinal, se notarmos as 500 maiores empresas do Brasil, vemos que é relativamente baixo o número de mulheres em cargos de alta direção. Da mesma forma, ainda há diferença de salários entre CEOs homens e mulheres. Por isso, ainda há um caminho a percorrer quando o assunto é equidade de gênero.
Mas, voltando ao assunto do empreendedorismo feminino… Há ainda, um movimento para desmistificar a figura da mulher empreendedora. Pois ela sempre foi relacionada ao status de sucesso do ’empreender’, o que é uma construção feita pelo universo masculino. Na verdade, a realidade da mulher brasileira, muitas vezes é outra. Empreender não é uma opção, mas sim uma necessidade. Por isso, tirar esse glamour sobre o empreendedorismo é algo tão necessário. E para isso vemos perfis no Instagram, blogs e podcasts que falam mais sobre errar do que ser perfeita. Afinal de contas, é errando que se aprende. E para empreender é necessário ter resiliência e claro, aceitar que a gente vai errar.
O podcast da Obvious é um dos mais importantes do universo feminino. A hoster Marcela Ceribelli traz convidadas e gera conversas sobre autocuidado, saúde mental, carreira e relacionamentos. E, no final de fevereiro ela conversou a Adriana Barbosa.
A Adriana é empresária e lidera a Feira Preta, plataforma que traz visibilidade para negócios de pessoas negras há mais de 20 anos. Além disso, em 2017 ela foi eleita pela ONU como uma das 50 Afrodescentes Mais Influentes do Mundo. Durante a conversa no podcast, Adriana falou sobre os diferentes tipos de empreendedorismo. E vamos de spoiler…No Brasil ela classificou em três: empreendedorismo de sobrevivência, de vocação e o de engajamento (empreender por acreditar em uma causa).
Aperta o play e escuta o podcast aqui embaixo. Pois, além de dar dicas para as mulheres que estão chegando no universo do empreendedorismo, ela também fala sobre desmistificar essa figura da mulher bem-sucedida que dá conta de tudo.
A jornalista Marina Colerato do site Modefica, é a voz por trás desse podcast que trata, principalmente, sobre o impacto da indústria da moda. Pois bem, no ano passado ela recebeu a Barbara Mattivy, fundadora da Insecta Shoes.
Caso você não saiba a Insecta Shoes é referência em Moda Circular no Brasil. Ao longo do programa a Barbara falou sobre a trajetória da marca, bem como os planos para o futuro. Além disso, ela conta sobre as dificuldades em manter um negócio sustentável. Dificuldades que implicam em toda cadeia, desde a escolha de materiais e fornecedores que estejam de acordo com o propósito da marca. Até a questão da logística reversa, uma vez que a Insecta se responsabiliza pela reciclagem de seus calçados. Enfim, vale a pena ouvir e aprender um pouco sobre empreender, vencer barreiras e claro, acreditar no seu propósito.
O podcast Hora da Brasil é comandado pela Luiza Brasil. Nesse espaço ela discute, junto com convidadas, temas como saúde mental, autoconhecimento e vida profissional. E, no ano passado, ela recebeu a Nath Finanças, orientadora financeira e administradora que conversa com o público de baixa renda de uma maneira simples e acessível.
Para quem não sabe, a Nath Finanças é um fenômeno na internet. Durante a conversa ela conta como começou e firmou a sua carreira. Só para você saber: hoje a empresa dela conta com 10 funcionários, empregados com carteira assinada. Além disso, Nath e Luiza falam sobre como as dificuldades se acentuam quando se é um empreendedor negro. E quando se é uma empreendedora negra, então… 
Além dessas duas mulheres maravilhosas, o podcast conta também com mais nomes de peso para engrandecer a conversa. Como: Manu Bordasch criadora do Steal The Look e da Push; Nina Silva, fundadora do movimento BlackMoney e CEO do D’Black Bank; e Marcela Ceribelli, CEO e Diretora Criativa da Obvious Agency. Tá esperando o que? Aperta o play e vem aprender!
Aqui temos outro podcast com o mote de sustentabilidade. Quem comanda o papo por aqui é a Giovanna Nader. Ela recebeu, no episódio #22, a fundadora e diretora criativa da Aluf, Ana Luisa Fernandes. Entre outras coisas, as duas conversaram sobre o quão desafiador é ter uma marca slow.
Durante a conversa, Ana Luisa revela que sonhar é importante, mas é preciso manter os pés no chão. Afinal, é preciso criar algo que acessível e sustentável. Por isso é tão importante, enquanto empreendedora saber delegar e pedir ajuda. E essa é uma questão que afeta muitas empreendedoras que possuem uma veia mais criativa, mas não entendem muito sobre gestão. Ouça aqui:
Um podcast voltado a mulheres que buscam aprender mais sobre o mercado financeiro. Na série “Mulheres que Mudam o Mundo” a jornalista Nathalia Arcuri conversa com ninguém mais ninguém menos que Luiza Trajano. Sim, a fundadora, dona e proprietária do Magazine Luiza.
Entre outras coisas, Luiza falou sobre aceitar as vulnerabilidades sem ser taxada como fraca. Além disso, contou um pouco sobre a força feminina que vem da sua família e também pontuou a diferença entre ser empreendedora e gestora. Ouça e aprenda com essa mulher maravilhosa:
Por fim, vale a pena ficar de olho nas mulheres que estão no comando de algumas empresas. Bem como analisar o diferencial desses negócios. Não vamos esquecer que os países que tiveram melhores respostas com a pandemia que surgiu ano passado são os liderados por mulheres. 
Fonte: Marina Giustino – Report de Moda e Comportamente Fevereiro 2021 – Criável
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