
Você sabia que foi encontrado um novo fragmento da bíblia? A bíblia é um dos livros mais antigos do mundo, e desde que foi criada, já passou por diversas traduções. Sabemos que apesar de contarmos com uma história muito detalhada da passagem de Jesus pela Terra, existem algumas partes do texto que podem ter se […]
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Você sabia que foi encontrado um novo fragmento da bíblia?
A bíblia é um dos livros mais antigos do mundo, e desde que foi criada, já passou por diversas traduções. Sabemos que apesar de contarmos com uma história muito detalhada da passagem de Jesus pela Terra, existem algumas partes do texto que podem ter se perdido com o tempo.
Isso nem se deve a ação do tempo em si, pois há exemplares originais em estados de conservação inimagináveis, porém, muitos textos foram excluídos das primeiras versões pelos próprios escritores, ou talvez revisores.
Muita coisa se perdeu também na tradução do livro, já que foi reescrito em todas as línguas, e são nestas atualizações que vemos algumas diferenças, que podem ser bem interessantes quando analisamos com um olhar histórico.
Recentemente um novo fragmento da bíblia foi encontrado por pesquisadores austríacos. Trata-se da versão mais antiga do Evangelho segundo Mateus, presente no Novo Testamento. Ele estava escondido em um texto mais novo na Biblioteca do Vaticano, porém, é datado de 1.700 anos atrás.
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O trecho encontrado estava escrito em siríaco, e provavelmente foi traduzido do idioma grego do século 3. O texto parece ter sido traduzido no século 6, e apagado durante a Idade Média, sendo posteriormente reutilizado.
O texto foi encontrado na terceira camada de escrita, e permite aos pesquisadores uma nova visão de tradução dos Evangelhos. Para a descoberta, foi utilizada a luz violeta, que é comum para esse tipo de análise, já que é comum encontrar textos escondidos em escrituras antigas.
Não foi divulgado o que estava escrito inteiramente no texto, apenas um trecho que mostra a diferença das traduções. Em grego, o trceho dizia o seguinte: “Naquele tempo, Jesus passou pelas searas no sábado; e seus discípulos ficaram com fome e começaram a colher as espigas e comer”.
Já na tradução para o idioma sírio dizia: “(…) começou a colher as espigas, esfregá-las nas mãos e comê-las.
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Nas profundezas das nuvens ácidas de Vênus, os astrônomos detectaram um gás nunca encontrado no planeta antes – um gás que, surpreendentemente, pode ser um sinal de vida em venus. O planeta tem uma média de temperatura de 462ºC. A presença do gás não é suficiente para dizer com certeza que Vênus hospeda formas de […]
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Nas profundezas das nuvens ácidas de Vênus, os astrônomos detectaram um gás nunca encontrado no planeta antes – um gás que, surpreendentemente, pode ser um sinal de vida em venus. O planeta tem uma média de temperatura de 462ºC. A presença do gás não é suficiente para dizer com certeza que Vênus hospeda formas de vida. Porém, encontrar esse gás no planeta pode indicar coisas estranhas acontecendo por lá.
O gás em questão é a “fosfina”, uma molécula tóxica e explosiva com um cheiro um tanto quanto desagradável de alho e peixe morto. Os astrônomos descobriram o gás em uma camada de nuvens de Vênus, onde as temperaturas são muito próximas às de nosso planeta. Porém, eles não encontraram muito – apenas pequenos traços na mistura de nuvens de ácido sulfúrico que circundam o planeta. “É equivalente a algumas colheres de sopa em uma piscina olímpica”, disse David Clements, astrofísico do Imperial College de Londres e parte da equipe que fez a descoberta.
Mas encontrar até mesmo uma pequena quantidade de fosfina em Vênus é atraente por causa de como o gás é feito aqui na Terra. Ou é fabricado artificialmente por humanos – em produtos como fumigantes ou armas biológicas – ou é um subproduto natural da vida. A fosfina é encontrada em pântanos, e acredita-se que seja produzida por micróbios. Também pode ser encontrada nas entranhas dos animais ou em suas fezes. Acima de tudo, é um gás que está quase exclusivamente associado à vida na Terra, o que levanta a possibilidade de ser um sinal de micróbios flutuando nas nuvens venusianas.
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Telescópio James Clerk Maxwell no Havaí, um dos dois telescópios usados para fazer a detecção de fosfina em Vênus.
No entanto, é claro que pode não ser o que esperamos. O gás pode estar surgindo de uma fonte que ainda não compreendemos. Uma equipe de pesquisadores que escreveu na revista Nature Astronomy, tentou encontrar outras explicações. Eles criam modelos com a possibilidade de raios e meteoros que bombardeiam a superfície do planeta serem os responsáveis. Porém, até agora, nada corresponde à realidade.
“É por isso que esta é uma detecção tão extraordinária, porque tem que vir de algo completamente inesperado”
Clara Sousa-Silva, uma astrofísica molecular do MIT e uma das autoras do estudo, disse ao site de notícias americano The Verge.
Certamente é um assunto que vale à pena ficar de olho. Já que uma descoberta como essa seria talvez uma das mais importantes da história da astronomia.
Via: The Verge
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