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cura – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br Criatividade, marketing, branding, comunicação, design, empreendedorismo, inovação, futurismo e outras temáticas do universo da economia criativa. Wed, 24 May 2023 11:56:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.3.7 https://sejacriativo.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Seja-Criativo_512x512_favicon-1-32x32.png cura – Seja Criativo https://sejacriativo.com.br 32 32 60% das brasileiras já tiveram candidíase ou bactérias; saiba como prevenir e identificar essas infecções https://sejacriativo.com.br/60-das-brasileiras-ja-tiveram-candidiase-ou-bacterias-saiba-como-prevenir-e-identificar-essas-infeccoes/ https://sejacriativo.com.br/60-das-brasileiras-ja-tiveram-candidiase-ou-bacterias-saiba-como-prevenir-e-identificar-essas-infeccoes/#respond Wed, 24 May 2023 12:30:03 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=23961 60% das brasileiras já tiveram candidíase ou bactérias; saiba como prevenir e identificar essas infecções

Cerca de 60% das brasileiras já tiveram candidíase e/ou vaginose bacteriana, aponta estudo; Saiba como identificar e prevenir essas infecções

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60% das brasileiras já tiveram candidíase ou bactérias; saiba como prevenir e identificar essas infecções60% das brasileiras já tiveram candidíase ou bactérias; saiba como prevenir e identificar essas infecções

59% das brasileiras relatam já ter tido vaginose bacteriana ou candidíase pelo menos uma vez na vida. O dado é da pesquisa conduzida pelo IPEC, encomendada pela marca Gino-Canesten®.

O estudo¹, que entrevistou 2 mil mulheres, apontou ainda que 13% das respondentes não sabem identificar um corrimento normal de um corrimento causado por uma infecção, dúvida mais frequente entre as mais jovens (19% das que afirmaram têm idade entre 16 e 25 anos).

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60% das brasileiras já tiveram candidíase ou bactérias; saiba como prevenir e identificar essas infecções

Apesar de terem origem no desequilíbrio do pH e flora vaginal, a vaginose bacteriana e a candidíase possuem sinais diferentes e contam com tratamentos totalmente distintosE um dos sinais em que precisamos estar atentos é o corrimento, como explica a médica ginecologista e obstetra Dra. Ornella Minelli. A vaginose é uma infecção vaginal causada pela proliferação de bactérias já existentes na vagina, principalmente a Gardnerella vaginalis, e é normalmente percebida a partir de mudanças no odor e na cor do corrimento vaginal. Já a candidíase é causada por um fungo chamado Candida albicans, que também já existe na vagina, e tem como principais  sintomas um corrimento esbranquiçado e grumoso, e coceira vaginal”.

A médica alerta sobre a importância de termos pleno conhecimento do nosso corpo e da nossa saúde íntima, a fim de identificarmos quando algo está errado. Por isso, nos ajudou a esclarecer os principais sintomas dessas duas infecções, além de dicas de como preveni-las.

Mas afinal, o que é vaginose bacteriana? Como identificá-la?

A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada por bactérias, principalmente pela Gardnerella vaginalis, que habita naturalmente a flora vaginal. Por conta de um desequilíbrio no pH dessa flora, o ambiente fica mais propício para a proliferação dessas bactérias. Seus principais sintomas são corrimento acinzentado, com um odor forte (que se assemelha a peixe podre), e incômodo na região. A vaginose também pode causar sangramentos após a relação sexual.

“É importante frisar que o mau cheiro causado pela vaginose não tem ligação com a higiene íntima. Por isso, evite lavar internamente com duchas íntimas, ou fazer uso de produtos íntimos perfumados, pois isso pode alterar ainda mais a flora vaginal, piorando a situação”, alerta a médica.

O que difere a vaginose bacteriana da candidíase?

Ambas são infecções vaginais, mas, enquanto a vaginose é causada por uma bactéria, a candidíase é causada por um fungo: o Candida albicans. Seus sintomas mais comuns incluem coceira vaginal incômoda, corrimento branco e espesso, ardência na região da vulva (parte externa da vagina) e inchaço dos lábios vaginais. Há ainda casos em que ocorre ardência ao urinar e dor durante relações sexuais. A médica também reforça que pessoas com candidíase não costumam relatar mau cheiro na vagina.

E o que fazer para preveni-las?

Para prevenir ambas as infecções, é importante adotar alguns hábitos de autocuidado que ajudam a manter o equilíbrio da microbiota vaginal. Pequenas mudanças de comportamento, como diminuir o consumo de açúcar, praticar atividades físicas e ter uma boa qualidade de sono, além de evitar situações de estresse (principalmente durante a TPM), já contribuem muito para uma boa saúde íntima.

“Evitar o uso de produtos perfumados e de absorventes diários/internos na região íntima, além de dormir sem calcinha, mantendo a vagina arejada e confortável também são recomendações que podem fazer a diferença” recomenda Dra. Ornella.

Gino-Canesten®: um portfólio completo para os cuidados com a saúde íntima

Identificou algum dos sintomas mencionados acima? Para se certificar do diagnóstico, é importante checar com um médico ginecologista de confiança. Se estiver com candidíase, a Gino-Canesten® oferece diferentes formatos de soluções para tratar a infecção. Disponível em três diferentes níveis de dosagem, é possível escolher entre um tratamento de 1, 3 ou 6 dias, de acordo com a preferência da pessoa e do seu médico. Todos os produtos de Gino-Canesten® tratam a candidíase com eficácia e segurança.

Para casos de vaginose bacteriana, a marca lançou no último ano o Gino-Canesten® Balance, produto para saúde em gel que auxilia nos sintomas da vaginose, como o cheiro desconfortável, já nos primeiros dias de uso. O tratamento é composto por aplicadores convenientes e higiênicos já preenchidos com a dose certa para ser utilizado 1 vez por dia, preferencialmente à noite.

¹ Metodologia – Pesquisa IPEC

A pesquisa ouviu 2 mil mulheres com idades entre 16 e 60 anos, das classes A, B e C, em junho de 2022. A amostra contempla os 27 estados e a margem de erro é de 2 pontos percentuais (considerando nível de confiança a 95%)

 

Sobre Gino-Canesten®

A marca Gino-Canesten® possui uma linha completa de tratamento para a candidíase. Seus produtos são parceiros importantes das mulheres para o tratamento da infecção vaginal. O princípio-ativo de seu tratamento para candidíase é o clotrimazol, amplamente utilizado para o tratamento de fungos. Gino-Canesten® está disponível na apresentação de comprimido vaginal e cápsula vaginal, que resolve a candidíase com apenas uma aplicação, e no formato de creme vaginal com tratamentos de três ou seis dias, que proporcionam o alívio dos sintomas desde a primeira aplicação. Gino-Canesten® conta ainda com o novo Gino-Canesten® Balance, o primeiro produto para saúde com foco no tratamento dos sintomas da Vaginose sem necessidade de prescrição médica. Sua fórmula conta com glicogênio e ácido lático, que reequilibram o pH e a flora vaginal. Além dos tratamentos, Gino-Canesten® possui em sua linha o único sabonete íntimo calmante em gel, Gino-Canesten® Calm, que alivia a coceira vaginal por até 12 horas. Afinal, a coceira vaginal pode ter diversas causas, como: uso de calças apertadas, absorventes por longos períodos, depilação íntima ou até mesmo calcinha de tecido sintético.

Sobre a Bayer

A Bayer é uma empresa global com competências essenciais nas ciências da vida nos setores de agronegócios e saúde. Seus produtos e serviços são projetados para ajudar as pessoas e o planeta a prosperar, apoiando os esforços para superar os principais desafios apresentados por uma população global em crescimento e envelhecimento. A Bayer está comprometida em impulsionar o desenvolvimento sustentável e gerar um impacto positivo em seus negócios.

Ao mesmo tempo, o Grupo pretende aumentar o seu poder de ganho e criar valor através da inovação e do crescimento. A marca Bayer representa confiança, confiabilidade e qualidade. O Brasil é a terceira maior operação da companhia no mundo.

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Transplante de células-tronco está curando a AIDS? https://sejacriativo.com.br/transplante-de-celulas-tronco-esta-curando-a-aids/ https://sejacriativo.com.br/transplante-de-celulas-tronco-esta-curando-a-aids/#respond Wed, 22 Feb 2023 19:35:27 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=17119 Transplante de células-tronco curando AIDS?

Será que conseguimos a cura para AIDS?. Recentemente 5 pessoas foram curadas do HIV após transplante de células-tronco. Bora conferir essa que parece ser uma das boas notícias desses últimos tempos!. Talvez você goste de ler também: ALUGUE o Airbnb da Mônica de Friends em POA Você precisa conhecer essas casas do Airbnb! Curando a […]

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Transplante de células-tronco curando AIDS?Transplante de células-tronco curando AIDS?

Será que conseguimos a cura para AIDS?. Recentemente 5 pessoas foram curadas do HIV após transplante de células-tronco.

Bora conferir essa que parece ser uma das boas notícias desses últimos tempos!.

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Curando a AIDS com células-tronco

Alguns pacientes receberam mutação resistente ao HIV que exclui proteína que o vírus normalmente usa para entrar nos células do sangue.

Antes de mais nada, o HIV ou vírus da imunodeficiência humana, é um vírus que ataca o sistema de defesa do corpo.

Desde 2014, um artigo publicado recentemente na revista Nature Medicine referencia a cura do HIV de um homem com 53 anos, após receber o transplante de células-tronco.

Logo, ao que tudo indica, esse é o quinto paciente curado do vírus que possui atualmente mais de 38 milhões de pessoas infectadas pelo mundo.

Sem sinais de HIV (AIDS)

Os pacientes submetidos aos transplantes de células-tronco passam por um procedimento de alto risco de transplante de medula óssea.

Conforme os médicos especialistas, esses casos geram insights para a cura do HIV.

Apesar de não existir cura para o vírus, esses experimentos com células-tronco como tratamento, permitem que os médicos insiram genes anti-HIV no sistema imunológico dos pacientes.

Sobre a AIDS

O vírus da AIDS pode ser transmitida pelo contato com sangue, sêmen ou fluídos de infectados, seja por agulhas e sangue não testado, por relações sexuais sem proteção e durante parto e gravidez.

Antes de mais nada, a AIDS é causada pelo vírus HIV e tira a capacidade do organismo combater infecções.

Alguns sintomas da AIDS são semelhantes aos da gripe, como febre, dor de garganta e fadiga corporal. A doença costuma ser assintomática até a sua evolução.

 

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Mais do que nunca, precisamos inovar no design. Saiba por que. https://sejacriativo.com.br/precisamos-inovar-no-design/ https://sejacriativo.com.br/precisamos-inovar-no-design/#respond Sat, 06 Feb 2021 13:30:08 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=2872 Mais do que nunca precisamos inovar no design Saiba por que

Certamente você já ouviu a máxima de que tempos difíceis são importantes para que evoluamos. Pois bem, com base nisso, podemos acreditar que o ano passado serviu inteiramente a isso. Durante a pandemia e todos os outros problemas que ela trouxe para nós vimos vários movimento criativos nascendo para solucionar problemas. E é por que […]

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Mais do que nunca precisamos inovar no design Saiba por queMais do que nunca precisamos inovar no design Saiba por que

Certamente você já ouviu a máxima de que tempos difíceis são importantes para que evoluamos. Pois bem, com base nisso, podemos acreditar que o ano passado serviu inteiramente a isso. Durante a pandemia e todos os outros problemas que ela trouxe para nós vimos vários movimento criativos nascendo para solucionar problemas. E é por que agora, mais do que nunca, precisamos inovar no design. Sabe por que? Para criar soluções para problemas que até então não existiam. Também para solucionar problemas que sempre estiveram ali, mas que agora se tornaram latentes.

Mais do que nunca, precisamos inovar no design.

Enquanto o coronavírus assolava a Itália em março do ano passado, Carlo Ratti, arquiteto e professor do MIT reuniu mais de 100 colegas de profissão nos quatro continentes. O motivo foi o desenvolvimento de unidades conectadas para doenças respiratórias, ou seja, unidades de terapia intensiva construídas com contêineres reciclados. Toda ideia por trás desse projeto foi de dar um alívio a sobrecarga dos hospitais. A primeira unidade aberta foi em Turim, cidade natal de Ratti, em abril de 2020. Logo após, Canadá e Emirados Árabes também receberam essas unidades.

O projeto é chamado de CURA em inglês, que é sigla para ‘Connected Units for Respiratory Ailments and also’, ou, em português: ‘Unidades conectadas para doenças respiratórios e outros’. Outra explicação pertinente é de que a palavra CURA significa, cura (isso mesmo, do verbo curar) em latim.

cura mais do que nunca precisamos inovar no design
Imagem: curapods.org

Esse projeto, a CURA, mostrou como o design pode ser engenhoso, bem como ajudar com soluções frente a uma grande crise de saúde tal qual estamos vivenciando. Nos Estados Unidos, por exemplo, a falta de um plano para contenção da doença, tornou ainda mais importante o trabalho dos designers (qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência). Eles construíram ventiladores e EPIs mais seguros e confortáveis para trabalhadores da saúde e público em geral. Além disso, enquanto o presidente insistia em dizer, publicamente, que o vírus estava sob controle, designers criaram artes com informações com base científica. Esses layouts mostraram que o presidente, na época, estava mentindo.

Entender a importância do design é crucial neste momento

Outro exemplo de como o design pode ser um importante aliado é a Newlab, uma empresa de Design da Fast Company. Esse hub de tecnologia localizado no Brooklyn, organizou uma rede de designers, engenheiros, makers e outros profissionais. Todos foram convocados online após um pico de COVID-19 em Nova Iorque. O intuito foi criar soluções para os problemas que ocorriam: desde a falta de suprimentos médicos até a contagem imprecisa dos casos da doença. Um projeto que nasceu ali foi o Spiro Wave, um ventilador de emergência que possui menos partes que o tradicional. Dessa forma, fica mais fácil a produção local bem como a sua distribuição na cidade. Ele se tornou ainda mais importante, em tempos de crise no comércio global. Entre outras palavras, o sucesso da Newlab é a prova da colaboração criativa que valoriza pessoas acima do lucro.

Por outro lado, grandes companhias, como a Nike, também se mobilizaram. Em uma semana a empresa transformou seu métodos a fim de fabricar mais de 360 mil peças de EPIs para profissionais da saúde. Vale lembrar que o desenvolvimento de um produto costuma levar meses. Além do mais, a Nike utilizou apenas suprimentos que já possuíam em estoque. Pois, de acordo com o presidente de inovação da companhia, a ideia era resolver o problema utilizando matéria prima e ferramentas disponíveis. Desse modo, evitaram tirar recursos importantes de outros fabricantes de EPIs em um momento crítico. O resultado disso, foram protetores faciais feitos com acolchoamento e sola de tênis e cordão de calças e jaquetas.

Design para solução de outros problemas, também

Agora, imagine se todas empresas trouxessem o mesmo empenho que a Nike para outro problema que nos ameaça: a mudança climática. Bom, na verdade temos alguns exemplos disso, como a Unocup: um copo de café que se dobra na parte de cima. Com isso, não é necessário utilizar as tradicionais tampinhas de plástico.

Também temos exemplo de patins de esqui fabricados a partir de compostos de algas. O WNDR Alpine Intention 110 busca, com isso, diminuir a quantidade de plástico em aterros sanitários.

Podemos citar também, um prédio empresarial na Noruega, que gera duas vezes mais energia do que utiliza. O edifício Powerhouse Brattørkaia consegue isso graças a quantidade de painéis solares instalados.

Design no mundo pós COVID

Agora, uma outra tarefa se estende para os designers: trabalhar ao lado de políticos, comunicadores e empresas para imaginar o mundo pós COVID-19. Afinal, durante a pandemia, percebemos outras crises de saúde pública que são presentes na nossa sociedade e que precisam de uma solução.

E por fim, cabe entender que design vai muito além de algo esteticamente agradável. Mas, que ele existe para, junto com outras especialidades, criar soluções que melhorem a vida das pessoas.

 

Fonte: SUZANNE LABARRE / Fast Company

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6 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-19 https://sejacriativo.com.br/vacina-pfizer-covid-19/ https://sejacriativo.com.br/vacina-pfizer-covid-19/#respond Tue, 10 Nov 2020 18:43:40 +0000 https://sejacriativo.com.br/?p=3040 6 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-19

Todo dia surgem bastante notícias acerca da vacina para COVID-19, o que nos deixa com, pelo menos, um pingo de esperança. De acordo com a Pfizer e a BioNTech a sua vacina apresentou 90% de prevenção contra infecções para essa doença que nos colocou nessa situação em 2020. Ou seja, se os dados continuarem positivos […]

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6 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-196 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-19

Todo dia surgem bastante notícias acerca da vacina para COVID-19, o que nos deixa com, pelo menos, um pingo de esperança. De acordo com a Pfizer e a BioNTech a sua vacina apresentou 90% de prevenção contra infecções para essa doença que nos colocou nessa situação em 2020. Ou seja, se os dados continuarem positivos a medida que o estudo avança, essa vacina poderá representar o início do fim da pandemia. No entanto, cabe ressaltar que esses resultados não garantem uma vacina bem sucedida. Afinal, o que temos até agora são resultados positivos, porém preliminares. Por isso, trazemos aqui 6 coisas para saber sobre a vacina da Pfizer para COVID-19:

1 – A vacina parece funcionar em mais de 90% dos casos:

Essa é uma das primeiras vacinas a apresentar uma taxa de eficácia de 90%. Ou seja, 9 a cada 10 pessoas que se vacinarem estarão imunizadas contra COVID-19. Para se ter uma ideia, especialistas em saúde diziam que uma vacina contra Covid-19 com eficácia entre 60% e 70% já seria uma grande vitória. Além disso, alguns governos até aprovariam uma vacina com taxa de eficácia em 50%, por exemplo. Agora, 90%? Isso é melhor do que a maioria dos cientistas e especialistas ousaram sonhar.

2 – São necessárias duas doses da vacina:

E se, finalmente, a vacina for um sucesso, as pessoas precisarão tomar duas doses dela com, pelo menos, três semanas entre a primeira e a segunda dose. Ou seja, isso aumenta o desafio em questão de logística e abastecimento. Afinal, se são necessárias duas doses por pessoa, precisaremos produzir e distribuir pelo menos 14 bilhões de doses para imunizar todas as pessoas no planeta Terra.

3 – Não sabemos se a vacina funciona em casos mais sérios da doença e por quanto tempo ela será efetiva:

A grande dúvida, nesse momento, é por quanto tempo e para quem a vacina é 90% efetiva. De acordo com a Pfizer, ainda não é evidente se a vacina funciona para os que apresentaram casos mais severos de COVID-19. Ou seja, as pessoas que foram internadas por causa da doença. Além disso, também não se sabe por quanto tempo a imunidade gerada pela vacina dura no corpo humano. Pode ser para sempre ou por apenas alguns meses.

4- Não sabemos se as pessoas vacinadas ainda podem ser portadoras do vírus:

Outra grande dúvida é se, uma vez vacinadas (ou duas ;)) as pessoas ainda poderão portar o SARS-CoV-2 ( vírus causador da doença). Então, nesse caso, se as pessoas ainda puderem carregar o vírus, elas ainda poderão espalhar para as outras pessoas. Por mais que elas mesmas não desenvolvam a doença.

5- Os resultados ainda não foram revisados por pares:

Ainda, é importante ressaltar que as descobertas da Pfizer e BioNTech ainda não foram revisadas por pares. Isso não quer dizer que o que eles descobriram esteja incorreto. Mas ainda falta um importante passo, que é se aprovar isso por meio de um rigoroso processo de método científico.

6- Se tudo der acerto, a maioria das pessoas ainda esperarão mais um pouco para receber a vacina:

A vacina poderá receber autorização de uso de emergência antes do final do ano, nos Estados Unidos. Mas isso depende de como será a fase 3 do estudo. Agora, na segunda semana de novembro completará dois meses desde que os voluntários tomaram a segunda dose da vacina. Isso significa dois meses de dados. Ou seja, se as pessoas não apresentarem efeitos colaterais, até o final do ano a vacina poderá ser aprovada nos EUA.

E, se esse for o caso, de acordo com a Pfizer teríamos 50 milhões de doses disponíveis em todo o mundo até o final deste ano. E mais 1,3 bilhões de doses disponíveis até o final de 2021. No entanto, com esses números ainda teremos 6 bilhões de pessoas sem vacina até 2022. Claro que, desconsideramos aqui outras vacinas que também estão em estudo e podem ser aprovadas.

Por fim…

Enfim, isso é uma notícia promissora e que colocará um sorriso de esperança em no rosto de algumas pessoas. Mas, por outro lado, é mais inteligente mantermos as nossas expectativas um pouco mais baixas. Pelo menos, até a Pfizer completar a fase 3 dos estudos e os resultados forem revisados por pares.

Porém, conforme a fala do vice presidente da Pfizer, William Gruber, isso é algo extraordinário. Gruber trabalha há 35 anos com desenvolvimento de vacinas e completa sua fala dizendo que isso realmente são boas notícias para que possamos lidar com essa pandemia e nos tirar dessa situação.

 

E já que estamos falando em um possível fim da pandemia, clica aqui e confere esse artigo sobre 5 comportamentos pós COVID-19.

 

Fonte: Michael Grothaus / Fast Company
Imagem destacada: Foto de Gustavo Fring no Pexels

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