
Se você deseja ter ideias inovadoras e criativas para melhorar seu negócio ou projeto, uma das melhores maneiras de fazer isso é realizar um brainstorm com sua equipe de trabalho. No entanto, para que essa atividade seja eficiente, é preciso seguir um roteiro completo que permita que todos participem e contribuam de forma significativa. Neste […]
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Se você deseja ter ideias inovadoras e criativas para melhorar seu negócio ou projeto, uma das melhores maneiras de fazer isso é realizar um brainstorm com sua equipe de trabalho.
No entanto, para que essa atividade seja eficiente, é preciso seguir um roteiro completo que permita que todos participem e contribuam de forma significativa.
Neste post, iremos mostrar como realizar um brainstorm com sua equipe de trabalho, passo a passo.
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Antes de começar o brainstorm, é importante que você defina qual é o objetivo da atividade. O que você espera obter com esse brainstorm? Quais são os desafios que você deseja superar? Qual é a meta a ser alcançada? Ter um objetivo claro é fundamental para que o brainstorm seja direcionado e eficaz.
Escolha as pessoas certas para participar do brainstorm. É importante ter pessoas com diferentes habilidades e perspectivas para que as ideias sejam diversificadas. Além disso, é importante que todos se sintam confortáveis para contribuir e sejam incentivados a participar ativamente.
Antes de começar o brainstorm, é importante estabelecer as regras da atividade. Por exemplo, você pode definir um tempo limite para cada ideia, evitar críticas negativas ou julgamentos, incentivar a construção de ideias a partir das ideias dos outros, entre outras regras. Estabelecer as regras ajuda a manter o foco e a produtividade durante o brainstorm.
Durante o brainstorm, é importante anotar todas as ideias que surgirem, mesmo aquelas que parecem inusitadas ou improváveis. Isso ajuda a estimular a criatividade e a gerar ideias ainda mais inovadoras. Use um quadro branco, um papel grande ou um aplicativo de notas para anotar todas as ideias.
Depois que todas as ideias forem anotadas, é hora de selecionar as melhores. Você pode fazer uma votação em equipe ou escolher as ideias que melhor se encaixam no objetivo definido no passo 1. Lembre-se de que algumas ideias podem ser combinadas para criar algo ainda melhor.
Depois de selecionar as melhores ideias, é hora de desenvolver um plano de ação. Defina quais ideias serão colocadas em prática, quem será responsável por cada tarefa e qual será o prazo para cada etapa do projeto. É importante que o plano de ação seja claro e detalhado para que todos saibam o que é esperado deles.
Por fim, é importante acompanhar o progresso do projeto. Agende reuniões regulares para verificar se as tarefas estão sendo cumpridas no prazo e se os objetivos estão sendo alcançados. Se necessário, faça ajustes no plano de ação para garantir que o projeto siga na direção certa.
Com esses passos, você pode realizar um brainstorm eficiente com sua equipe de trabalho. Lembre-se de que essa atividade é uma ótima oportunidade para estimular a criatividade, a colaboração e a inovação.
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O início de um processo criativo é um tanto quanto bagunçado, concorda? Claro, temos alguns métodos que nos ajudam a gerar e organizar as ideias, como brainstorm e mapas mentais. No entanto, esses métodos são colaborativos, ou seja, é importante fazer ele junto com mais pessoas da sua equipe. Mas, tendo em vista o isolamento […]
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O início de um processo criativo é um tanto quanto bagunçado, concorda? Claro, temos alguns métodos que nos ajudam a gerar e organizar as ideias, como brainstorm e mapas mentais. No entanto, esses métodos são colaborativos, ou seja, é importante fazer ele junto com mais pessoas da sua equipe. Mas, tendo em vista o isolamento social em que estamos vivendo, reunir várias pessoas em uma sala de reunião com ar condicionado não parece uma ideia muito boa (aliás, é uma péssima ideia). Por isso, separamos aqui 8 ferramentas que vão te ajudar no início do processo criativo com sua equipe e a distância, para todos ficarem seguros.
Nós precisamos jogar no ‘papel’ para ver o que temos de opções, organizar e então evoluir. Aqui algumas dicas para você fazer isso online de forma que mais pessoas tenham acesso para escrever.
1 – Google Docs
Bem parecido com o nosso tradicional Word, essa ferramenta salva o que é escrito automaticamente na nuvem. Tudo que você precisa para usá-la é ter uma conta gmail. E você pode enviar um link ou adicionar colaboradores ao seu documento. Prático, simples e direto, qualquer pessoa consegue se entender e editar as coisas ali.

2 – Miro
Agora, se você é da turma que curte post-it e sente falta daquele monte de ideias coladas na parede, você precisa conhecer o Miro. Pois a ideia dessa plataforma é justamente essa: imitar uma lousa branca, onde você cola post-its. Tudo virtual! Ou seja, é uma forma mais dinâmica, interativa e divertida para gerar ideias. Pode, inclusive, aguçar a criatividade dos participantes.
A única ressalva é que na versão gratuita não é possível criar quadros individuais, mas o número de participantes é ilimitado. 

Essa etapa que organiza o brainstorm de uma forma visual é muito importante. Afinal, esse é o momento de relacionar as ideias, para então filtrá-las e começar a criar. Caso você queira aprender mais sobre como organizar um mapa mental, clica aqui e confira 5 dicas.
Agora, vamos às ferramentas:
3 – Coggle
Essa ferramenta parece uma grande rede neural, ou seja, fica bem próxima da aparência dos mapas mentais como conhecemos. Além de ser colaborativa em tempo real, você consegue criar vários tópicos e ligar eles.
Na versão gratuita você pode ter até 3 mapas privados e mapas públicos ilimitados. Ainda, você pode exportar o resultado dele em PDF.

4 – MindMeister
Assim como o Coggle, no MindMeister é possível colaborar com as pessoas em tempo real. Além disso, possui um visual bem agradável e que permite personalizações.
Sua versão gratuita permite a criação de até três mapas, mas não é possível exportar o arquivo. Ou seja, para apresentar o mapa você deve carregá-lo no site e apresentar acessando por lá mesmo.
5 – WiseMapping
Tal como os outros, essa também é uma ferramenta prática para criar mapas mentais. Porém, aqui temos um visual mais simples.
Por outro lado, é possível salvar os mapas criados em um servidor online ou local, podendo ser acessado de forma direta. Além disso, é uma boa opção para utilização em escolas e empresas. Afinal, ele é grátis para uso nesses locais, diferentemente das outras ferramentas que são grátis apenas para uso pessoal.
Após organizar o mapa mental é hora de separar o projeto em etapas e delegar o que cada um vai fazer, bem como os prazos para essas tarefas. Para isso, seguem dicas de ferramentas onde é possível organizar as tarefas e as equipes. Ideal para que todos saibam onde cada um está trabalhando e o prazo de entrega.
6 – Trello
Essa ferramenta já é bem famosa no mercado. Isso, claro, é um ponto positivo, uma vez que mais pessoas terão facilidade em utilizar o Trello. Além disso, ele é facilmente integrado em sistemas e possui um visual simples e bem organizado.
7 – Evernote
Já o Evernote, além de conseguir organizar tarefas e equipes, pode também servir como diário. Isso por que nele é possível capturar telas e momentos para acessar mais tarde. Além disso, ele funciona bem como um bloco de notas, para você anotar tudo que precisar, por exemplo. Ainda, é uma ferramenta bem flexível e fácil de trabalhar.

8 – Microsoft To Do
A Microsoft adquiriu o Wunderlist e implementou suas funcionalidades no To Do. Desse modo, aqui é possível criar lista de tarefas separadas por dias. Dentre outras várias funções que vão facilitar o seu dia a dia.
Acesse aqui um post com mais 3 dicas de ferramentas para organizar sua pauta.
Por fim, vale lembrar que as ferramentas são só um meio para você organizar e realizar o processo criativo. Assim sendo, essas ferramentas aqui apresentadas podem ser usadas para outras tarefas além das citadas. E também em várias áreas de conhecimento.
Tudo que precisamos é deixar nossa criatividade solta e aprender a utilizá-las da melhor maneira.
Ah, e se quiser entender mais sobre alguns termos que utilizamos no mundo do design e da criação, clique aqui a confira 8 termos que utilizamos muito no nosso dia a dia. 
Fonte: Julian Nunes / Designerd
Foto destacada: Andrea Piacquadio no Pexels
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Separamos aqui 5 canais no Youtube com conteúdo sobre audiovisual, que podem melhorar suas habilidades em filmagem! Em primeiro lugar, está cada vez mais fácil assistir a um vídeo na internet. Lembra como era antes? Com a internet discada, era normal esperarmos até depois da meia noite para aproveitar o famoso “pulso único”, caso o […]
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Separamos aqui 5 canais no Youtube com conteúdo sobre audiovisual, que podem melhorar suas habilidades em filmagem!
Em primeiro lugar, está cada vez mais fácil assistir a um vídeo na internet. Lembra como era antes? Com a internet discada, era normal esperarmos até depois da meia noite para aproveitar o famoso “pulso único”, caso o contrário a conta chegava e não era pouca não. Enfim, como tá cada vez mais fácil ter acesso a conteúdos em vídeo, é comum que mais pessoas se interessem à produção de vídeos.
Cada vez mais, vemos um crescente movimento de profissionais migrando para a área de vídeos no Brasil. E como nem todos entram pra essa área com um orçamento “gordo”, e podem pagar por cursos que, embora essenciais, muitas vezes podem ser um investimento pesado. Tendo em vista que o profissional já teve que investir em equipamentos que também não são nada baratos. Ainda assim, tutoriais na internet podem ser uma ótima ferramenta pra quem quer mergulhar na vida do audiovisual.
Então, sem mais delongas, vamos aos 5 canais que podem agregar e muito na evolução da sua carreira com vídeos. Entretanto, vale frisar que esses conteúdos não necessariamente vão substituir cursos com uma profundidade maior em assuntos específicos. Lembre-se que todo conhecimento pode ser importante com a curadoria certa!
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de […]
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Quando conversamos com profissionais de áreas diferentes das nossas é normal ouvirmos termos dos quais não entendemos o significado. Eu, por exemplo, ficava completamente perdida quando falava com minha advogada, pois de 10 palavras que ela falava eu entendia 5. Claro, para ela todas aquelas palavras eram usuais, utilizadas no seu dia a dia de trabalho. Mas isso me fez pensar: será que no meu dia a dia eu também uso palavras que muitas pessoas desconhecem o significado, como por exemplo: grid? layout? Pensando nisso, reuni aqui a explicação de 8 termos do design que utilizamos o tempo todo.
Ah! e antes que eu esqueça, esses termos foram colocados aqui por que ao menos uma vez alguém pediu o que significava. 
O grid serve para orientar o layout. Assim dizendo, ele estrutura e organiza qualquer peça gráfica, como por exemplo, livros, jornais e até o panfleto que você pega no supermercado. Tudo que você vê ali, inclusive as margens e os espaços em branco foram pensados dentro de um grid.
Ele é feito a partir de linhas que servem como marcação para um determinado documento. Então, quando um designer falar que seguiu o grid para criar determinada peça, ele está falando, entre outras palavras, que ele seguiu um determinado alinhamento, que foi feito por ele mesmo, claro.
E para desenhar esses grids, muitas vezes, utilizamos algumas regras de composição, como a regra dos terços ou a proporção áurea.

De acordo com o Dicionário Michaelis, a palavra leiaute (sim, existe mesmo e é o aportuguesamento da palavra layout) significa:
1 (PUBL) Esboço, planejamento ou espelho de trabalho tipográfico com a especificação dos caracteres que devem ser empregados, disposição da matéria, claros, medidas e outras minúcias relativas à composição de um livro, folheto, periódico, anúncio ou obra comercial.
…
3 (POR EXT) Qualquer esboço ou projeto gráfico de um trabalho de arte a ser reproduzido.
Resumindo, layout é uma arte. Um folder, possui um layout, assim como um site e uma revista, por exemplo.

O briefing é o ponto de partida de qualquer projeto de design. Ou seja, o processo de briefing é onde o designer entende o projeto que vai desenvolver. As informações mais importantes sobre o que será necessário para desenvolver determinado projeto, bem como entender o objetivo do cliente com aquilo são dadas nesse momento.
Além disso, informações como público alvo e concorrentes também fazem parte dele. Se você quiser se aprofundar mais no assunto, dá uma olhada nesse artigo que explica como fazer um briefing perfeito e nesse que coloca 8 pontos para construção do briefing.
Quando nós criamos uma marca, quase sempre entregamos também um Brandbook ou um Manual de Identidade Visual.
O brandbook, de acordo com Ellen Lupton serve para documentar a linguagem, atitude e expressão de uma marca. Ou seja, ele é um documento direcionado para parceiros, editores, consumidores e investidores de uma empresa. Nele terá um conjunto de elementos que trarão a sensação e o espírito da marca, por meio de formas, texturas, fotografias e palavras.
Por outro lado, o Manual de Identidade Visual, como o próprio nome diz, é um…manual. Isso mesmo, é um documento que ensina como utilizar a marca. Ali estará explicada, por exemplo, em que cores você poderá utilizá-la, sua proporção correta, o que fazer e o que não fazer com ela.
Vale lembrar que tanto o brandbook quanto o MIV trazem informações para aplicações da marca, como: cores, tipografias, espaços de respiro, entre outros. A principal diferença entre os dois é que o MIV é um documento onde encontraremos informações mais técnicas, enquanto o brandbook traz muito mais a experiência e conta a história da criação marca e da empresa.
Quer um exemplo? Então vamos começar grande. Você pode dar uma olhada no brandbook da Oi e no MIV do Spotify, por exemplo.
Ah! Nós colocamos aqui as terminologias (Manual de Identidade Visual e Brandbook) e suas definições, mas no mercado muitas vezes esses termos acabam se misturando.
De acordo com Ellen Lupton, o mockup é uma ferramenta utilizada para simular a aparência e o comportamento que um material terá depois de impresso. Nele, utilizamos cores, texturas e proporções para que o cliente possa entender e visualizar como ficará o seu cartão de visitas, por exemplo.


Não, não estamos falando da bebida. Sangria é o termo utilizado para designar uma parte extra de área que deixamos quando um arquivo é finalizado para impressão. Ou seja, se estamos trabalhando na capa de um catálogo que possui uma imagem inteira na capa, por segurança, nós deixamos a imagem um pouco maior que o tamanho da capa do catálogo.
A área extra com arte é importante para evitar erros no momento da impressão. Pois se o papel contrair ou expandir ou a máquina for programada errada no momento do corte, pode ficar uma linha fina sem impressão, o que prejudicaria bastante o visual da capa do catálogo, por exemplo.
Após impresso o documento é cortado no tamanho real, se utilizando das marcas de corte.

Nós chamamos de pattern ou padrão visual o design de superfície. Ou seja, é um ‘padrão’ ou uma ‘estampa’ criada para ser utilizado em materiais impressos, como cadernos, bolsas, embalagens, e por aí vai.
Muitas vezes ele é criado dentro de uma identidade visual. Ou seja, ao ser usado junto com determinada marca, o padrão visual, por si só já se torna um elemento identificador daquela marca.
Por exemplo, você reconhece a estampa abaixo? Sabe a qual marca ela pertence?

Acho que você já deve saber, mas, só para confirmar:

Isso mesmo! Esse pattern é da Louis Vuitton e quase todo mundo que vê esse pattern identifica a marca. Claro que o que faz ele ser lembrado são os demais elementos que fazem parte dele como: cores, formas, espaçamentos.
Ah! e antes que eu esqueça chamamos isso de pattern ou padrão visual, por que ele pode ser repetido pela quantidade de espaço que quisermos. Quer mais alguns exemplos, dá uma olhada aqui:



Seu significado em inglês é ‘chuva de ideias’, conforme nosso querido Google Tradutor. Mas o termo Brainstorming foi criado pelo publicitário Alex F. Osborn, em 1957 e significa: atacar um problema de maneira rápida e de todas as direções possíveis.
Essa técnica é praticada em grupo e consiste em lançar um problema, como por exemplo: como incentivar as pessoas a utilizarem máscara facial? E deixar as pessoas livres para elas darem suas ideias acerca o tema. Ou seja, o primeiro e mais importante critério para um brainstorming é não julgar, tanto as suas quanto as ideias dos outros.
Quanto mais livre de julgamento, mais as pessoas poderão pensar ‘fora da caixa’ e trazer alguma solução inusitada para algum problema. Embora bastante utilizada no mundo do design, hoje em dia essa prática é bem comum em vários lugares desde jardim de infância até o meio corporativo.
Alguém do grupo deve anotar tudo, desde palavras aleatórias até formulações mais complexas. A organização e validação dessas ideias é feita em um segundo momento.
Esses termos não são exclusivos do mundo do design, vários profissionais de vários segmentos os utilizam também, às vezes com o mesmo significado e às vezes com um significado diverso.
Sabemos que, cada vez mais, devemos usar uma linguagem que todos entendam. Porém, muitas vezes no nosso dia a dia acabamos usando palavras que já estão tão presentes em vários momentos da nossa vida que esquecemos desse detalhe.
Veja também esse artigo com 10 dicas para aumentar sua criatividade
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